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Notícias

14 de novembro

UNESPAR realiza amanhã

o Vestibular 2017/2018

15:11 A Universidade

Estadual do Paraná (UNESPAR)

realiza neste feriado (15) as provas

do Vestibular 2017/2018. Confira

o ensalamento. Amanhã serão

aplicadas […]

UFBA divulga resultado do

Vestibular EaD 2017/2

14:51 A Universidade

Federal da Bahia (UFBA) divulgou

o resultado do Vestibular EaD

2017/2. Confira a lista de classifi-

cação. Os candidatos aprovados

deverão […]


Programa oferece curso de

"Educação para a Democracia"

aos profissionais de Escolas

Públicas

16:42 A Câmara dos

Deputados abriu as inscrições para a

8ª edição do Missão Pedagógica no

Parlamento. A iniciativa visa capacitar […]

ESPM-Rio de Janeiro encerra

amanhã as inscrições do Vesti

bular 2018

14:50 A Escola Superior

de Propaganda e Marketing (ESPM) 

encerra amanhã (14) as inscrições do Ves

tibular 2018/1 para o Rio de Janeiro (RJ). […]

ENCCEJA 2017 será aplicado

para mais de 1,5 milhão

de estudantes

14:35 O Exame Nacional

para Certificação de Competências de Jovens

e Adultos (ENCCEJA Nacional) destinado

às pessoas que não concluíram os estudos na […]

UPF encerra hoje as inscrições do Vestibular de Verão 2018

13:55 A Universidade de Passo Fundo (UPF), no Rio Grade do Sul, termina nesta segunda-feira (13) o prazo de inscrições do […]

Associação Budista SGI Clama Pela Abolição Nuclear Como Imperativo Moral Em Conferência No Vaticano

06:03 TÓQUIO, 13 de novembro de 2017 /PRNewswire/ -- Hiromasa Ikeda, vice-presidente da associação budista Soka Gakkai Internacional (SGI) juntou-se a outros […]

11 de novembro

UFRR divulga locais de provas do Vestibular e PSS 2018

15:26 A Universidade Federal de Roraima (UFRR) divulgou ontem (10) os locais de provas do Vestibular e do Processo Seletivo Seriado […]

Inscrições para o Prêmio INEP de Jornalismo 2017 encerram segunda-feira

14:45 O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) encerra na próxima segunda-feira (13) as inscrições para o Prêmio INEP de Jornalismo. A […]

UFPE recebe inscrições para seu Vestibular de Música 2018 até amanhã

14:35 A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) encerra amanhã (12) as inscrições para o Vestibular de Música 2018. Os interessados podem se candidatar na […]

Segundo dia de prova do ENEM 2017 acontece amanhã; horário de acesso ao local será o mesmo

14:16 O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2017 realiza neste domingo (12) o segundo e último dia de provas. Serão aplicadas […]

10 de novembro

UEPG divulga locais de provas do Vestibular de Verão 2017

13:37 A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná, publicou os locais de provas do Vestibular de Verão 2017. Confira o […]

UEM divulga ensalamento do Vestibular de Verão 2017

13:15 A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná, divulgou o ensalamento do Vestibular de Verão 2017. Os candidatos devem acessar o […]

UFSC apresenta hoje o espetáculo sobre a vida de Albert Einstein; entrada é aberta ao público e gratuita

10:56 O Grupo Pesquisa Teatro Novo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) apresenta nesta sexta-feira (10), o Espetáculo Luz em Einstein. […]

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10:00 Os candidatos do Vestibular 2018 da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) já podem conferir os locais de provas na página do […]

09 de novembro

UEFS encerra amanhã as inscrições do PROSEL 2018/1

16:12 A Universidade Estadual de Feira Santana (UEFS), na Bahia, encerra sexta-feira (10) as inscrições do Processo Seletivo para Acesso ao Ensino Superior […]

INEP divulga locais de provas do ENCCEJA 2017

15:47 O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) divulgou ontem (8) os locais de provas do Exame Nacional para Certificação de […]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CRÔNICAS
CRÔNICAS

  

SOMENTE COM RESPEITO TODOS TERÃO DIREITO A VIDA

       Somente no Brasil existem vinte e dois milhões de pessoas que necessitam de atenção à saúde, segundo o MS. A população brasileira está em torno  de duzentos milhões e aproximadamente 12% dessa população têm algum tipo de doença e estão sem tratamento adequado por diversos motivos e o principal é a falta de responsabilidade política dos nossos governantes. A Rede de Hospitais e Postos de Saúde não recebem recursos necessários para manter seus funcionamentos com qualidade. Aquelas pessoas que têm recursos procuram os caríssimos planos de saúde, quanto aos demais são lançados aos desígnios da sorte e como sorte não é produto que surgem por aí a todo momento, essa população que correspondente a 12% da população brasileira ficam alijada ao atendimento. Estamos falando de vinte e quatro milhões de pessoas, uma população maior que muitos países, nosso vizinho Uruguai tem somente três milhões de habitantes, Paraguai seis, na Europa o colonizador Portugal e a Helênica Grecia dez milhões de habitantes, só para apontar um da África, doze milhões tem aquele que mais se identifica com nosso solo a Angola, ainda no Sul da America Equador e Chile têm quatorze e dezessete milhões respectivamente, Romenia e Australia países europeus 21 milhões cada. Observe que a população brasileira sem atenção e cuidados médicos é de fazer inveja a muitas nações no que diz respeito à sua população, esta pesquisa foi feito de forma grosseira, se fizermos com mais profundidade certamente teremos um resultado ainda mais alarmante, contudo isento de orgulho, este aspecto de desinteresse e abandono não é restrito somente ao Brasil  muitos países que orgulhosamente são reconhecidos por nações, e, não importa qual seu regime político e governamental, apresentam também (dês) interesse que produzem intercabio que beneficiam uns poucos, como por exemplo, a privatização -  que nesta nossa discussão - a saúde; como se esta fosse um comercio qualquer seustentada e insetivada pelos marcketings e que  só é acessível a quem pode pagar. Pequeno grupo de trabalhadores são bebefiados com Plano Empresa e assim mesmo somente grandes empresas são que oferece isto que dizaer que a grande massa trabalhadora dependem exclusivamente do Sisteme Único de Saúde. Felizmente temos pessoas preocupadas com esta adversidade social, se diante dos nossos olhos estão aproximadamente 22 milhões de pessoas com pouca e péssima ou nenhuma assistência à saúde imaginemos um apanhado em todas as nações onde as condições sociais são inferiores às nossas, principalmente onde há conflitos constantes, nos campos de refugiados e nos países onde o desenvolvimento ainda é um sonho. Essas Pessoas e Instituições, preocupadas com vida humana, tem sido fundamentais na luta por melhores condições, sobretudo no que diz respeito saúde e o respeito humanitário. A Organização Médico Sem Fronteira e Greenpeace têrm realizados trabalhos neste sentido percorrendo diversos países, regiões e localidades, o primeiro, vai onde existem pessoas necessitadas de atenção, amenizando suas dores, devolvendo – lhes a vontade de viver e reaparecendo para a produção cultural em todos os sentidos, ao segundo, a defesa ao Meio Ambiente têm sido uma batalha no sentido de não permitir os desmatamentos, a caça e o abate de animais, inclusive aqueles que estão sob o perigo de extinsão e a vigília do cumprimento às Leis de proteção ambiental. São diversos profissionais que voluntaramente cedem um pouco do seu tempo para envolver – se com a causa, eles levam um pouco “Esperança” aos desamparados socialmente e ao ecossitema.

 Tonzinum Sant'ago


 

 

SOMOS TODOS DUALISTA

  É,  tudo tem um início, fim e o meio (conforme o também saudoso Raul Seixas em parceria com Paulo Coelho.), não obstante visto que somos todos produtos da natureza, logo, a partir da sua essência fenomenológica somos envolvidos de racionalidade, naturalmente emergimos com a dualidade que nos é próprio, não raro é a disposição que tomamos como argumento ou com qualquer outra atitude para solucionar, equacionar e organizar nossos atos, nossos sentimentos e nossa própria vida e ainda conviver com o acaso e lidar com nossos semelhantes entendendo que todos somos incompletos na qualidade de ser humano detentor de racionalidade. O inicio tem diversas origens o fim sempre procura a causa. A dúbia disposição é um processo que não tem planejamento, em algum momento vemos a presença  de  felizes e humildes em outros infelizes e arrogantes, pode ser também felizes e arrogantes ou infelizes porem humildes, estes são os meios que absorvemos como princípios comuns ao ser humano, que insistimos em sobreviver e subviver, isto é, vida e morte, fenômenos dualísticos que está presente em cada um de nós e que nos faz sorrir e chorar ao mesmo tempo, não há explicação é o mesmo que se entende por Deus todos acreditam muitos até se combatem produzindo subvidas  para permanecerem na sobrevivência jura que o Grande Divino existe, mas ninguém sabe onde, afirmam que reside no infinito estrelado sobre as nuvens, ninguém passou alem da lua se é que alguém lá pisou e se pisou o lar da Divino não encontrou, não há explicação da existência de Deus no Céu ou na Terra no Mar nos Rios. Assim passamos os tempos sorrindo e felizes subestimando a tristeza e a infelicidade outras vezes somos possuídos de tristezas e  infelicidades subestimando a alegria e a felicidade, por isso reforço a convicção que somos todos dualísticos, o que precisamos é aprender a conviver com a dualidade e que o meio é o processo entre o inicio e o fim.

 tonzinum Sant'ago


 

A ECONOMIA MUDOU MAS O SISTEMA EDUCACIONAL CONTINUA O MESMO

Mais uma vez a crise no Sistema Nacional de Educação vêm às Ruas pelas vozes cansadas dos profissionais do Ensino Público, não queremos dizer que o Ensino Particular não passa também por este processo, a crise neste sistema é abafada não chegas aos pátios das Instituições. Ao contrário, o ensino público é regimentado pelo Estado, significando que sua estrutura depende da boa vontade política, o salário dos servidores é orientado pela economia implementada pelo governo, assim como todas as instituições de ordem publica a Educação no Brasil depende de orçamento para sua funcionalidade, ou melhor aplicabilidade, porem o percentual repassado é impróprio para as necessidades, ou seja, a insuficiência do orçamento produz conflito operacional para a Direção Escolar que não consegue oferecer o mínimo necessário. Com todos seus esforços dispensados a Direção e quadro de servidores, incluindo principalmente o professor têm que buscar meios materiais para ministrar a aula, cabendo à Administração Escolar o apoio físico para que os alunos tenham dependências suportáveis em todo ano letivo. As Escolas Brasileiras são uma espécie de campo de concentração (sem alusão ao campo de concentração nazista ou qualquer outro do gênero), que aglutina pessoas para oferecerem e receberem orientações de aprendizagens, mas que tais espaços são simples arenas de cumprimentos de deveres  que não merecem nenhuma atenção especial, os servidores estão ali para repassar aos alunos aquilo que lhe são atribuídos é como se a educação não fosse uma necessidade primordial, representando uma atividade qualquer que não precisa ser valorizada, pode portanto, ser executada em qualquer ambiente e por profissionais de valor mínimo, seja no que diz respeito à sua formação, seja nos seus vencimentos, é exatamente isto que enxergo é nesta arena que eu me incluo, embora eu tenha uma proposta de pouco postar – me em Sala de Aula como praticante da docência, contudo mesmo no campo da investigação a observação, os hábitos e atitudes alem  da  prática são caminhos importantes para o historiador. Não existe escola sem o professor, mas pode existir o professor sem escola, o mundo helenístico nos prova como muito fervor, a partir da prática socratianas, o celebres mestre fez e continua fazendo Filósofos, Educadores e Profissionais de Orientação, sem necessariamente estar em sala da aula. Como ser professor é possível, contudo praticar a docência nas praças públicas não é viável nesta contemporaneidade, a educação deve ser vista como o único patamar em condições de construir uma sociedade respeitosa e conhecedora do mundo, conhecedora de si própria.para isto valorizar o Espaço Escolar, o Professor e sobretudo a Educação é o que clama as vozes cansados de tanto retumbar no mínimo dois séculos e mais uma década e meia do presente.

Diante dos fatos que nos incomoda; da repressão orçamentária que nos leva a ser um dos países que menos investe em educação, do imperialismo governamental direcionada à Educação, do descaso político principalmente dos diversos professores e educadores que compõem a bancada parlamentar em todos os Estados, Municípios e Distrito Federal e Congresso Nacional, das corrupções, do sucateamento da soberania nacional, da violência social e pelas revisões política, partidária, eleitoral e tributária, pela valorização do trabalhador, venho realizando uma trabalho a partir de um Clipping estes recortes  de diversos jornais, revistas e publicações online nos traz matérias a respeito da Educação no Brasil.  Na pagina seguinte recomendamos algumas matérias retirado do site do órgão Todos pela Educação. Tambem disponível no site http://www.virtuallytonrio.no.comunidades.net

Eu, Newton Muniz ou simplesmente Ton – graduado pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/FIO Cruz – Graduando em História pela Uni-Rio convenio CEDERJ – Servidor Indireto da FAETEC (Supervisão de Ensino a Distancia/profissionalizante) Administrador do site cultural virtuallyton.org responsável pela pagina www.virtuallytonrio.no.comunidades.net   Email virtuallyton@gmail.com

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http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao

04 Professores no Brasil estão entre os mais mal pagos em ranking mundial

de maio de 2015

Números da OCDE mostram que educadores no Brasil recebem menos, têm mais alunos na sala de aula e integram um sistema educacional ineficiente

Fonte: BBC Brasil

O Brasil é o lanterninha em um ranking internacional que compara a eficiência dos sistemas educacionais de vários países, levando em conta parâmetros como os salários dos professores, as condições de trabalho na escola e o desempenho escolar dos alunos.

O ranking é de setembro do ano passado, mas volta à tona no momento em que o governo paranaense aprova uma redução nos benefícios previdenciários dos professores do Estado.
Acesso à integra
A BBC Brasil não autoriza a publicação na íntegra do conteúdo produzido

 

Opinião: Não seja professor

05 de maio de 2015

"Diante das circunstâncias, esta 'pátria educadora' não merece ter professores", afirma Vladimir Safatle

Fonte: Folha de S.Paulo (SP)

Quem escreve este artigo é alguém que é professor universitário há quase 20 anos e que gostaria de estar neste momento escrevendo o contrário do que se vê obrigado agora a dizer. Pois, diante das circunstâncias, gostaria de aproveitar o espaço para escrever diretamente a meus alunos e pedir a eles que não sejam professores, não cometam esse equívoco. Esta "pátria educadora" não merece ter professores.

Um professor, principalmente aquele que se dedicou ao ensino fundamental e médio, será cotidianamente desprezado. Seu salário será, em média, 51% do salário médio daqueles que terão a mesma formação. Em um estudo publicado há meses pela OCDE, o salário do professor brasileiro aparece em penúltimo lugar em uma lista de 35 países, atrás da Turquia, do Chile e do México, entre tantos outros.

Acesso à integra
O Grupo Folha não autoriza a publicação na íntegra do conteúdo produzido pelo jornal Folha de S.Paulo

 
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Editorial: A "guerra" dos professores

30 de abril de 2015

"Independentemente das políticas públicas adotadas para se alcançar fins e metas preestabelecidos, há que se valorizar principalmente os agentes desse empreendimento", afirma jornal

Fonte: O Liberal (PA)

Um país sem educação, é um país sem futuro”, diz a propaganda do governo federal. O que dizer de um país que maltrata os principais responsáveis pela educação de crianças, jovens e adultos, que relega a terceiro plano quem transformou sua vida numa doação diária, na labuta de ensinar?

Hoje, muito se discute não somente o papel do professor dentro de um novo modelo de educação para o país, que leve em conta as diferenças, as diversidades culturais, com todas as suas especificidades, como na própria região amazônica, um mosaico cultural que mistura raças e costumes.

Independentemente, no entanto, das políticas públicas adotadas para se alcançar fins e metas preestabelecidos, há que se valorizar principalmente os agentes desse empreendimento. E, nesse caso, surge a figura do professor como um dos principais atores de mudanças e inclusão social.

Se o governo não valoriza seus mestres, o que será de nossos filhos diante de um futuro cada vez mais globalizado, que exige mudanças de paradigmas e novas políticas pedagógicas? E aí, evidentemente, fala-se também de salários e segurança de um sistema previdenciário que possa garantir a justa aposentadoria a quem entregou a vida ao magistério. Por esse motivo, professores da rede estadual, em Curitiba, se prostraram diante da Assembleia Legislativa do Paraná para acompanhar a votação de projeto de lei que autorizava mudanças no fundo de previdência dos servidores do Estado. Mas o que era para ser uma manifestação pacífica, acabou em sangue.

Não há como não reagir com indignação diante do que se viu ontem, em Curitiba, onde um confronto generalizado entre a Polícia Militar e professores transformou as ruas da capital num campo de guerra, como se ambos - professores e policiais - não estivessem do mesmo lado no jogo democrático.

O que se viu assemelha-se a cenas históricas de repressão política que - pensávamos - ficariam apenas na memória da ditadura, e nunca mais. Mas o confronto entre policiais e professores deixou pelo menos 180 pessoas (a maioria professores) feridas, segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), muitas ainda hospitalizadas com ferimentos graves, vítimas de balas de borracha disparadas pelos militares e bombas de gás lacrimogêneo. A estimativa da Prefeitura de Curitiba girava em torno de 200 feridos no total. O comando da polícia informou que 20 soldados se feriram e dez pessoas foram detidas, sendo sete líderes sindicais ligados aos professores.

O curioso é que a própria Polícia Militar informou que 17 policiais foram presos por se recusarem a participar do cerco aos professores, o que demonstra a evolução por que passa o país. Falta, pois, ao próprio Estado, em determinadas circunstâncias, rever seus mecanismos de representação, posto que os aparatos repressivos não mais se coadunam com a democracia hoje instalada no Brasil. E não estamos em 1968 ou no auge da ditadura militar, mas num governo federal que se diz de “esquerda”.

Apesar dos avanços, constata-se lamentavelmente que fatos como este expõem as lacunas do sistema, revelam o silenciamento de classes historicamente sem voz, como os próprios profissionais da educação, que pouco a pouco consquistam novos direitos país afora.

No Pará, onde os professores também mantêm-se em greve, as discussões entres as instâncias governamental e de classe se dão no nível jurídico político - cada um dos lados alegando seus motivos para justificar suas ações, que, no entanto, jamais descambaram para o enfrentamento físico ou batalha de guerra. A questão paira agora na Justiça, a quem cabe a última palavra no estado democrático de direito, este defendido inclusive pelos professores, já que a própria Constituição lhes garante o direito à greve. E como ninguém está acima da lei, que reine o bom senso entre as partes em nome de uma educação melhor e de qualidade, em benefício de todos - dos nossos alunos, dos professores e do próprio Estado, em última instância, catalisador da vontade popular.

Leia a reportagem no site original aqui
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Mordaça vai além da Educação

30 de abril de 2015

Após reclamação de docentes, Distrito Federal admite mudar circular que proibia colégios de falarem à imprensa sem autorização

Fonte: Correio Braziliense (DF)

O Governo do Distrito Federal (GDF) voltou atrás em relação à polêmica circular emitida em 23 de abril pela Secretaria de Educação na qual, entre outras recomendações, proibia os colégios públicos de passarem detalhes sobre a rotina Escolar à imprensa sem a prévia autorização da pasta. Apesar do recuo, a blindagem de informações em órgãos públicos é, na verdade, prática recorrente no Executivo local. No início do atual mandato, as secretarias de Saúde e da Criança e do Adolescente fizeram recomendações parecidas direcionadas às unidades de saúde e aos centros socioeducativos do DF, respectivamente. O documento da Saúde, de 12 de fevereiro, fala até em punição em casos de vazamento de imagens ou vídeos no interior de hospitais.

Em entrevista após solenidade oficial, ontem, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) classificou a circular da Educação como um “equívoco”. O secretário Julio Gregório evitou falar em erro da pasta, mas afirmou que o texto será alterado. Segundo ele, as mudanças serão feitas de modo que não deem margem para interpretações como a feita pelo Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), que batizou a medida de “circular da censura”. “Trabalhamos com transparência e queremos que todas as verdades venham à tona. Vamos alterar os parágrafos, mas a diretriz da circular, no sentido de proteger Alunos e Professores em relação à divulgação de imagens, será mantida”, avisou.

                   
Para o diretor de Políticas Sociais do Sinpro, Polyelton de Oliveira, não basta fazer modificações. “Tem que alterar o texto todo, fazer um novo. Eles têm de assumir o erro”, afirmou. Na visão da entidade, as recomendações censuram a livre manifestação de pensamentos, opiniões e a liberdade de imprensa. “Entendemos que esse movimento vai contra tudo aquilo que construímos democraticamente no DF. É a circular da mordaça, porque quer silenciar as vozes que pensam a Educação. Hoje, faltam muitos Professores e temos Escolas precárias. Quer dizer que, agora, nenhum Aluno ou servidor poderá reclamar dos problemas, falar sobre isso com a imprensa?”, argumentou.
Ameaça
As recomendações das três pastas se assemelham. Elas são taxativas, por exemplo, em relação ao acesso ao interior dos espaços públicos (veja documento ao lado). “É vedado aos servidores, gestores, sem a devida autorização, repassar à imprensa informações, áudios, imagens das unidades educacionais. O vazamento de tais conteúdos, mesmo pelas redes sociais, será rigorosamente apurado”, informa o texto da Secretaria de Educação. O documento da Saúde vai além: “Os vazamentos são passíveis de punição”.

Mestre em ciêncas políticas pela Universidade de Brasília (UnB), Everaldo Moraes afirma que essas circulares depõem contra a transparência do GDF. Ele acredita que os órgãos devem se limitar a criar regulamentos para a imprensa não atrapalhar prestações de serviços. “Claro que um jornalista não pode ser autorizado a entrar no meio de uma aula e atrapalhar o Professor. Nem acessar uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e causar um tumulto. Mas se for obrigado a avisar todas as vezes que for a um espaço público, o governo poderá esconder tudo. O repórter avisa que está indo lá, eles vão antes, arrumam e limpam o local”, comentou.

Por meio de nota, a Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude informou que a circular, publicada em 20 de março, visa normatizar os procedimentos e as rotinas de trabalho. “Levando em conta, principalmente, que as unidades envolvem adolescentes em conflito com a lei e todos eles devem ter sua identidade resguardada”, disse.
A Secretaria de Saúde também respondeu à reportagem por meio de nota. Afirmou que o documento “destaca as atribuições da Assessoria de Comunicação (Ascom) e cria mecanismos que auxiliam no fluxo da informação dentro das unidades”. E completou: “Em momento algum, este documento impede o trabalho da imprensa. Ele apenas direciona os jornalistas a procurarem a Ascom e, a partir desse setor, ter o encaminhamento correto da demanda, com o fornecimento de todos os conteúdos solicitados”.


Reportagem publicada apenas em veículo impresso
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Governo do DF proíbe que professores falem com a imprensa sem autorização

29 de abril de 2015

A ordem, que foi publicada no dia 23 de abril, também proíbe o acesso a escolas sem autorização prévia

Fonte: UOL Educação

A SEDF (Secretaria de Educação do Distrito Federal) lançou uma circular (carta destinada a setores internos) proibindo que professores, diretores e funcionários públicos deem entrevistas para a imprensa sem a autorização expressa da Assessoria de Comunicação do Órgão. A ordem, que foi publicada no dia 23 de abril, também proíbe o acesso da imprensa a escolar sem autorização prévia.

Ainda está proibido que fotos e vídeos das escolas sejam publicados em redes sociais ou repassados à imprensa sem autorização. O documento aponta que o "vazamento de conteúdos como áudio, vídeo e imagens será rigorosamente apurado pela SEDF".

De acordo com o órgão, a circular visa "preservar a imagem dos estudantes da rede pública de ensino e unificar as informações oficiais no âmbito do Governo de Brasília". No documento, que pode ser lido abaixo, o órgão justifica que "deseja evitar informações distorcidas da mídia".

A medida parece não ter agradado os profissionais de ensino. Em nota, o Sinpro-DF (Sindicato dos Professores do DF) tratou o documento como "circular da censura" e também apontou que o documento fere os princípios de gestões democráticas do DF. O Sindicato aponta que a iniciativa remete ao período da ditadura. "O documento é análogo aos Atos Institucionais 5, 14 e 15 do regime militar", aponta.

Cláudio Antures, diretor do sindicato, aponta que a circular é a mais "infeliz que ele já viu em 22 anos como profissional de magistério". "Essa circular passa por cima da constituição. É censura. Isso vai impedir a divulgação de ações positivas das escolas e vai atrapalhar na solução de problemas", diz.

Antunes diz que o Sinpro-DF orienta às escolas que se sintam acuadas a denunciar eventuais casos de pressão do GDF. "Lutamos nas ruas para evitar a censura. Todos estão convidados a não seguir a ordem e continuar a divulgar informações e caso tenha problemas, nos denuncie", diz.

Confusão em escola de música teria sido estopim

O Sindicato aponta que a motivação para a criação da circular foi um incidente entre o diretor da Escola de Música de Brasília e professores. No dia 22, a imprensa foi impedida de entrar na escola de música após uma reunião que pedia a saída do diretor ser cancelada. Sobre a acusação, a SEDF disse se tratar de um coincidência: "Infelizmente, diante do impasse, a circular em questão gerou dúbia interpretação"


Leia a reportagem no site original aqui 


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DIVERGENCIAS E OPINIOES   04.09.2014

Um breve comentário no Jornal do Comercio do dia 11 agosto  na coluna; Palavra do Leitor  temos o seguinte texto do colunista Roberto Brenol Andrade “ódio tipo exportação. Incomodados que se retirem daqui e se mudem para faixa de Gaza ou Israel. Ninguém tem o direito de matar ninguém. Todos estão equivocados. Sionistas fundaram o Estado de Israel após destruírem o estado racista /nazista alemão” (....). Brenol continua formando sua opinião” daí  em diante. Na minha opinião equivocado. O texto trata o sionismo como um órgão organizado que derrotou os alemães e em seguida fundaram o Estado de Israel, sem nenhuma ideação preconceituosa e que são somente vitimas, na continuação do seu texto o colunista Brenol crítica o Hamas por se defender dos ataques israelita, chamando de  estupido por se defender  do poderio de Israel e, nesse contexto de ataque e defesa entre os povos sionistas e islâmicos, a posição brasileira é condenada pelo nosso jornalista que rebate argumentando que  seria mais coerente o Brasil condenar também o Hamas.

Outro colunista, este do Jornal do Brasil edição do dia 01/08/2014 Marcelo Gruman um declarado cidadão da Diáspora Judaica, inicia sua coluna com a seguinte declaração “Recuso – me a acumpliciar – me com esta agressão. O exército israelense não me representa, o governo ultranacionalista não me representa. Os assentados ilegalmente são meus inimigos. Eu, judeu brasileiro, digo: ACABEM COM A OCUPAÇÃO!!!”  mesmo o autor sendo Judeu por descendência de primeiro grau, assume uma posição contra as invasões em Gaza e faz sem titubear, conheceu o Estado de Israel do qual, não se orgulha pelos seus atos, de qualquer forma a ocupação tem alguns motivos que mesmo que tenhamos conhecimento não sabemos os reais motivos, acho que todos nós acreditamos ou não acreditamos no que escutamos e lemos, de concreto mesmo está em nossas mentes o que vemos, alguns de perto por viverem em Israel ou na Palestina, outros por verem em noticiários televisivos, contrastes existem assim, como realidades. As opiniões que tratam os textos jornalisticos não é um estudo sobre o Sionismo nem da Ocupação em Gaza, trata – se, de formação de opinião de jornalistas que não são profissionais de História e certamente não fizeram academia de História.

“Sionistas fundaram o Estado de Israel após destruírem estado racista/nazista alemão” acho que é minha primeira vez que leio esta frase, penso que existe um equívoco. Quanto à fundação do Estado de Israel  pelo sionistas, se fizermos uma reflexão aguçada os sionistas já tinham em mente que haveria confronto com palestinos, visto que sabiam que a região era habitada por Árabes Muçulmanos e estes não aceitariam pacificamente  perder grande parcela do território. O sionismo para alguns é um tipo de nacionalismo que detém forte argumento de identificação dos povos judeu e rompimento da Diáspora Judaica,mas é preciso repetir uma frase bastante conhecida que “nem todo Judeu é Sionista” a frase ao contrário é também uma realidade.Acho que  antes de enfatizar “incomodados que se retire daqui e mudem para Gaza ou Israel” uma reflexão é de bom tamanho, é um equivoco no que diz respeito ao direito de se posicionar, principalmente se tiver conhecimento de causa. Sabe –se,  que os conflitos entre Judeus Sionistas e Árabes Islâmicos é histórico, a princípio imaginava – se que os confrontos fossem apenas religioso e que  seria erradicado após acôrdo de paz, contudo com a criação do Estado de Israel (Prefiro acreditar em invasão), estes confrontos se acirraram, então não se trata de se incomodar ou não, o certo é que o sionismo não prevê em seu ultranacionalismo um plano de paz.

A ocupação da Palestina é também uma luta histórica, a maioria Àrabe já habitava a região por muitos anos, embora entre diversas investidas através de refugiados perseguidos do nazismo a Palestina já era um território Árabe. Com o crescimento do movimento sionista, principalmente os nascidos na Europa, cresse também a ideia de criar uma pátria judaica,em território africano e americano no sul pensado para criar ali a pátria judaica, porem após grande encontro vem à luz a decisão que a Palestina seria o destino e como já estava habitado a ocupação seria inevitável. Devido Às perseguições de Hitler, as mortes em massas de Judeus, muitos fugiam para o território Palestino aumentando os confrontos, com a mediação da ONU o território palestino foi dividido em desigualdade, visto que numero de Judeu era menor que de Palestinos. Apesar da posição do jornalista Marcelo Gruman quanto ao seu repúdio à ocupação na Palestina e que gerou vários confrontos com os Judeu ocupando um espaço maior que o combinado, vemos que a ONU tem uma grande responsabilidade por não intervir naquele momento da invasão judaica à Palestina, como também não o faz agora.

Tonzinum Sant’ago


O TERCEIRO MILÊNIO E A RETOMADA RACIAL   03.09.2014

Em pleno século XXI ainda testemunhamos entre povos o arcaico princípio de julgar o semelhante pela cor da pele, religião, raça, e opção sexual, o Racismo e o Preconceito estão ganhando chão seja no futebol  na religião ou em outras áreas menos importante e por isso pouco divulgado, nos últimos meses desde 2013 temos notícias de preconceito e racismo pelo mundo afora, na Europa uma região de grandes nomes no campo tecnológico, político, artístico e intelecto, nos tem apresentado atos de racismo dentro das arenas futebolísticas. Foge aos nossos conhecimentos o que se passa na mente dessas pessoas formadoras de opiniões portadoras de diplomas, freqüentadora da sociedade e pertencentes ao mundo laico. Aqui no Brasil não é diferente, sobretudo no campo religioso é bastante comum o preconceito principalmente contra as religiões Afrodescendentes. Há notícias que algumas escolas estão obrigando os alunos a participar dos cantos religiosos no interior escolar e proibição de uso de adornos que represente a religiosidade de origem africana (Camdoblé, Umbanda, Etc.)no Rio de Janeiro um Centro de Tradições Religiosa Afrobrasileira teve seu patrimônio depredado alguma vezes. Num estado laico todas as religiões devem ser respeitadas e seus adeptos devem ser tratado por igual.

Como se não bastasse a separação de classe  uma configuração sectarista aceito normalmente por toda sociedade que caracteriza a intransigência,  dando sustentação para o preconceito, ser rico é ser superior ao pobre não somente pelo poder econômico também como individuo, ser patrão é ser hierarquicamente o senhor da produção ser empregado é ser a ralé da produtividade, para mais um exemplo; ser europeu é ser superior a todas as demais raças Racismo e Preconceito são inseparáveis, é exatamente na Europa onde a reedição do racismo tem se apresentado mais constante, em algumas pesquisa que realizei a Europa tem   hegemonicamente o maior índice de racismo. Uma das definições do racismo consiste que;

“É a convicção de que existe uma relação entre as características físicas hereditárias, como a cor da pele, e determinados traços de caráter e inteligência ou manifestações culturais. A base, mal definida, do racismo é o conceito de raça pura aplicada aos homens, sendo praticamente impossível descobrir-lhe um objeto bem delimitado. Não se trata de uma teoria científica, mas de um conjunto de opiniões, além de tudo pouco coerentes, cuja principal função é alcançar a valorização, generalizada e definida, de diferenças biológicas entre os homens, reais ou imaginárias.

Adeptos racistas acreditam no puro sangue na sua supremacia, que não deve ser misturados ou mesmo confundidos com outras raças vistas como inferires, mas o próprio racista não abre mão da produção econômica, ou seja, o racismo se limita inferiorizar as demais raças,contudo sua produtividade é a sua existência e sobrevivência,  o Racismo precisa da existência do sectarismo, não podendo exterminar e a tentativa de isolar é utópico, assim utilizar – de adjetivos depreciativos é uma forma de demonstrar seu antagonismo racista.

A Revista Raça divulgou em Online, uma instigante e reveladora reportagem sobre o Racismo no Brasil. Instigante porque provoca uma corrida em direção à retomada da questão racial que parecia não mais existir no nosso país, reveladora porque embora nossa convicção sobre o rompimento com racismo sempre foi portadora de desconfiança. Esta reportagem tem origem a partir de uma pesquisa do senegalês Doudou Diène do departamento dos Direitos Humanos da ONU a respeito do Racismo no Brasil, a sua pesquisa foi direcionada a diversas pessoas inclusive políticos, executivos e da sociedade, Doudou Diène portador de uma lista que continha três perguntas uma simples e singular e duas plurais porem de respostas complexas, porque a visão brasileira de racialidade leva em conta o Negro Africano e com menos densidade o índio, percorreu Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo Recife e Salvador nos dez dias em que investiu nesta Capitais segundo o texto da revista o as observações  por Diène lhe deixou a cachola confusa, sua perguntas foram: a) Existe racismo no Brasil?; b) Quais são as manifestações de discriminação e racismo atualmente?; e c) Quais são as soluções para combater o problema? Em uma coletiva ele ressalta Representantes do Estado Nacional Brasileiro colocam o Racismo como elemento relativo, inclusive dando importância, alicerçado na Retórica da ideologia da democracia racial; O representante da ONU identifica uma confluência que as tendências de reconhecer a existência do racismo e a manifestação pretensa de combate e até negação em promover o combate por alguns representantes governamentais; As manifestações entre as comunidades escutadas são de sentimentos intensos e dor a extensividade do racismo. Enfim ele conclui que;

A discriminação constitui o pilar ideológico deste hemisfério, e isso inclui o Brasil. Tendo em conta que o país recebeu 40% da população escrava no mundo, ele foi marcado por essa herança”.

O racismo é uma construção que tem uma extensão intelectual muito intensa, que impregnou a mentalidade das pessoas. Portanto, tiro duas conclusões preliminares sobre a pergunta. Uma é que o racismo certamente existe no Brasil e a outra é que ele tem uma dimensão histórica considerável”.

O que podemos analisar a Respeito do Racismo e Preconceito é que estão vivos e fortalecidos na mentalidade de muitos, inclusive daqueles que representam o Povo nas Assembléias e Congresso Nacional, quanto às outras representações, a aceitação da igualdade racial é uma imposição através das Leis, uma parcela da população fingem ter rompido com o Preconceito Racial. O Brasil é constituído de raças diversas, índios, Africanos, Europeus que data deste a chegada de Portugal até o fim do Império e já no final do segundo Império outras Raças já desembarcavam nos portos brasileiros entre eles os asiáticos, não existe o puro sangue brasileiro exceto os povos indígenas em suas reservas, mas, que não chega a um numero expressivo, todos os demais tem nas artérias coquitel de sangue, por isso que defendo a tese que o Racismo no Brasil não pode ser fundamentado a partir do antagonismo entre Negro e Branco, somente pode ser argumentado o Racismo Brasileiro entre os séculos  XVI até o XIX períodos em que não era difuso a união entre Ìndio-Negro-Branco Europeu.

Tonzinum Sant’ago


 

A COPA TERMINOU COMO DEVERIA

       A Copa da FIfa 2014 terminou como deveria a Alemanha é tetra no mais famoso templo do futebol, embora nós brasileiros apaixonados tivéssemos depositado esperança para que o resultado fosse favorável Brasil Hexa, entendíamos que nossa Seleção era limitada, a única referencia em campo foi  Neymar, contudo um Neymar “só não faz verão” o futebol apresentado nos deixava temerosos em não alcançar o título, foi justamente o que aconteceu e de forma vergonhosa, não ganhar a Copa em nosso território não é nada ruim diante do  7 a 1 foi um King Kong, depois perdemos para a Holanda, por 3 a 0 não que  a vitória e o terceiro  lugar amenizasse o desastre, visto que uma vitória diante da Holanda em nada adiantaria para nós brasileiros após a Histórica goleada Germânica fato que processou uma vergonha para nós torcedores. A Copa terminou como deveria, um legítimo  campeão que jogou suas partidas mostrando que para ganhar títulos é necessário planejamento, inteligência e coerência, ao primeiro aspecto diz respeito ao trabalho a longo e médio prazo e por falar em trabalho realizável bem que os dirigentes do futebol brasileiro principalmente a CBF poderia copiar um pouco do planejamento Alemão o titulo que sua seleção leva na bagagem é fruto de organicidade e um planejamento que começa cedo e veja que eles não tem jogadores colhidos em campo de várzea, somente nos laboratórios do futebol diferentemente  do Brasil nossos jogadores são oriundos das várzeas  e laboratórios, pode parecer que somente agora é que estamos vendo os equívocos , nada disso há muito que se discute a renovação do futebol no Brasil, contudo ao ganhar um Sul Americano uma Copa da Confederações esquecemos tudo que antes estava sendo construído e enveredamos com os  velhos costumes da desorganização e achamos que estamos preparados para ganhar tudo inclusive uma Copa do Mundo no Brasil neste 2014. Os equívocos estão em todas as direções não somente no planejamento e organização da CBF também nos técnicos, dirigentes e até a imprensa esportiva tem sua cota responsabilidade principalmente na idolatria a este ou aquele técnico, dirigentes arcaicos e conservadores e jogadores que mal iniciam uma carreira mostrando habilidade com a redonda logo surge uma espécie de beatificação fazendo que tal jogador crie uma Ideia migratória para a Europa, não que os bons não mereçam elogios, mas com parcimônia e analisticamente, quanto aos técnicos é necessário estarem atualizados constantemente, desprovir – se do invencionismo e intensificar os treinos táticos, para que realmente signifique um planejamento tem haver tempo e estrutura e condições necessárias para realizar um trabalho perfeito ou quase. A respeito da inteligência e coerência estes são aspectos naturais de grande importância em todo processo do planejamento.  Não se pode atribuir o fracasso da copa 2014 somente ao técnico e sua comissão, mas  sobretudo a CBF pela falta  do que descrevemos, na minha opinião somado a falta de planejamento organizado faltou à nossa seleção as experiências do Ronaldinho Gaúcho, Kaká e Robinho. A copa de 2014 acabou com deveria, quem acompanhou os jogos deve estar de acordo que Alemanha, Argentina, Holanda e Brasil estão na posição que deveriam estar  talvez fosse ainda mais coerente se a Holanda ficasse em segundo lugar e a argentina em terceiro,mas sabemos que com a bola rolando não existe coerências,  apesar de estar entre as quatro a Seleção Brasileira foi a maior decepção da copa pelo menos para nós brasileiro sete a um é difícil de engolir e esquecer,  as outras decepções ficou por conta da saída prematura da Espanha de mãos dadas à Inglaterra, Itália, Inglaterra e Portugal enquanto as surpresas foi carimbada por Costa do Marfim,Colômbia e Nigéria já que são escolas com pouca estrutura em relação por exemplo à Chile e Uruguai que também mostraram melhor futebol que nós. A saída de Felipe Scolari de certa forma era esperada se ele não pedisse sua demissão lá na frente a CBF iria despedir a pressão é forte porque  imagem da Seleção Brasileira estar arranhado no exterior, qualquer seleção que venha jogar contra o Brasil  não terá tanto respeito como tinham até esta copa ao menos enquanto nossa seleção não retome a credibilidade, acho que CBF deve contratar um técnico estrangeiro e se possível da escola européia que tenha alguma intimidade com a nossa escola e acho que Guardiola seria um bom nome e não sofreria muita pressão, os técnicos brasileiros já entraria desgastados devido e responsabilidades de  vencer as pressões, teremos uma grande e inquestionável obrigação do título nos Jogos Olímpicos, Mais uma vez estaremos em casa agora o que nos resta é aguardar o desenrolar de um projeto organizado daqui pra frente.

 

Tonzinum Sant’ago


 

REFLETIR A RESPEITO DO VALOR CULTURAL

    Nos dias atuais em que a informação se processa com rapidez e a transformação do homem esta relacionada intrisecamente à Cultura cognitiva, acredito que é de suma importância a cultura do aluno também como fonte de conhecimento, não podemos crer em única Cultura, e sim multicuralismo onde o aluno tenha consciência do seu papel na sociedade e, que ele possa ser autônomo como ser pensante. Em lixo Extraordinário percebe-se que é possível a utilização da experiência cultural seja na forma do que fazem para sobreviver e, que outros atores de experiência diferente utilizam a partir da própria matéria (resíduo) dispensado, a exemplo do Vick, ou seja, que os segundos entendam que toda experiência é sobretudo aspecto de conhecimento.

Continuando a respeito da importância da experiência cultural, entendo que é de fundamental importância que a Escola adquira autonomia, sobretudo na questão da política cultural, contudo é necessário que professores e educadores conscientizem-se, que esta autonomia deve ser coletivizada, a partir da socialização de um  Ensino/Aprendizagem extraído da experiência da comunidade escolar que deve estar inseridos todos inclusive os alunos. Acredito que o princípio para o desenvolvimento do homem  é o conhecimento, mas, só se conhece quando troca - se,  experiências e daí a importância da autonomia da escola, somente dessa forma poderemos romper com o "Ensino Bancário". Valorizar a Cultura do aluno deve ser algo concreto, e aplicável que deve inclusive desnudar as discriminações que infelizmente ainda persistem na sociedade, inclusive a divisão de classe que faz com que alunos de comunidades de menor poder aquisitivo sintam - inferior e os de poder aquisitivo mais elevados sintam - se donos do poder e do saber e que ao mesmo tempo convivem mutuamente, porque esta convivência se é natural é tambem necessária porque de um lado existe a cultura laboral que supri a sociedade das suas necessidades diária do outro lado está a cultura do poder aquisitivo.

tonzinum sant'ago


 

ATOTÔ OBALUAIÊ, BRASIL

   As pesquisas apontam que São Lázaro era amigo inseparável de Jesus, eram parentes por ser Lazáro irmão de Maria, nasceu na Judéia  na localidade Betânia, porem residia em Chipre, pertencia a Ordem dos Bispos, foi tomado por peste que – o fez se fez óbito foi acudido por Jesus que lhe ressuscitou, sua segunda morte seu corpo  teve translado para Constantinopla. São Roque era Frances de Montepilier, seu nascimento assim com seu nome é incerto, porem data do ano de 1295 ou 1350 e sua morte entre 1327 ou 1390 em Montepilier ou Lombardia. Ainda jovem perdeu seus pais, queria ser médico, mas não concluiu o curso, tinha condição financeira excelente, resolveu distribuir aos necessitados. Sua perigrinação era tomada por ajudas e proteção a doentes e necessitados, no século XII a Europa foi tomada por uma peste negras, são Roque na qualidade de voluntário inciou trabalho de atendimento, Contudo Roque tambem foi acometido pela peste e isolou –se pelas matas, teve a companhia um cão que lhe levava pão para lhe alimentar sendo encontrado pelo dono do cão por esse foi protegido até a cura ao regressar à sua cidade foi confundido com um espião e negado seu reconhecimento pelo seu tio, preso onde faleceu, sendo reconhecido a seguir devido um sinal em forma de cruz que tinha no corpo. Na Religião Afro Brasileira a  Obaluaê/Omolú  é representado na figura Católica de São Lazaro/São Roque Este Orixá é de mudança energética guarda segredos da vida e da morte. Tanto na Umbanda ou no Candoblé este Orixá não diferente dos demais tem uma respeitabilidade muito grande

 “os nomes se referem as fases míticas, onde o mesmo deus seria mais jovem ou mais velho), é a energia que rege as pestes como a varíola, sarampo, catapora e outras doenças de pele. Ele representa o ponto de contato do homem (físico) com o mundo (a terra). A interface pele/ar. “  (Fonte Google Pesquisa ).

Segundo a mitologia Afro/Brasileira Obaluaiê ou Omolu  Está realacionados as etapas da misticidades,  na idade jovem e idoso, lhes são atribuídos os males da pele, varíola, sarampo catapora, Etc. Há uma ligação direta entre o Individuo  e o Universo. Segunda a Mitologia Nanã é a Mãe de Obaluaê do seu relacionamento com Oxalá, seu corpo era contraído de feridas, dizem que foi um castigo pelo relacionamento proibido, visto que Yemanjá era esposa de Oxalá. Obaluaiê foi abandonado por sua Mãe, resgatado por Yemanjá, foi curado, contudo as cicatrizes permaneceram em seu corpo, cobrindo – se com palhas, ninguém via seu rosto e não se apresentava aos outros com vergonha do seu estado. Andava mundo afora ao dirigir – se à uma aldeia implorou por alimentação, com medo daquele Ser todo coberto por palhas lhe negaram, desolado foi embora, houve uma crise surrealista naquela região de alimentação e fertilidade, creram que por terem expulsado Obaluaiê o lugar foi tomado por amaldiações, procuram por ele e reivindicaram sua volta ao local, mesmo nas condições insalubre, atendeu ao pedido a região voltou ao seu estado normal de produção. Retomou o destino da sua cidade onde Havaí uma grande comemoração, pela fresta da porta acompanhava o ato, sem ser notado pelos participantes e mesmo não queria – o vissem daquele jeito. Porem um forte vento tirou as palhas do seu corpo tornando – o muito vistoso, o que se conhece é aquele vento partiu de Iansã com que dançou a noite toda, não havia mais nenhuma marca em seu corpo os dois firmaram compromisso os fenômenos do mal.  Agosto é considerado o mês de Obaluaiê/Omolú, Os terreiros comemoram,fazem oferendas. Tradicionalmente conforme as regra que regem o Orixá as Yaôs saem vestidas de branco carregando um cesto com pipocas brancas sempre acompanhadas dos cuidadores para recolher contribuições para a sua festa

Tonzinum Sant'ago

 


 

O QUE NÃO MUDOU NO FUTEBOL

15.07.2013

 

            O futebol  se tornou  valoroso investimento para Jogadores, Dirigentes, Empresários  e até a Mídia pois é sua a responsabilidade de levar ao público os noticiários. Contratos milionários respondem pela montagem de times no mundo inteiro, patrocinadores disputam os espaços nos uniformes e estádios, colocam seus produtos em destaque através dos protagonistas do esporte que se tornam garotos propaganda por vias contratuais. Os clubes disputam os melhores jogadores para montar seus planteis. As vezes esses Clubes não mostram resultados satisfatórios mais não perdem as preferências, outros com pouco ou muito pouco status não montam time forte ficando nas sombras dos times grandes que detém milhões de torcedores espalhados nos diversos espaços dos continentes, verdadeiros clientes do Futebol que para alguns Clubes eles formam uma nação sendo maior que muitas populações. Nem sempre foi assim isso não é novidade, montavam – se times com jogadores totalmente desconhecidos oriundos dos campos de várzeas, principalmente no Brasil, não havia investimentos ou patrocinadores. Acho que naquela época os torcedores eram  respeitados por dirigentes e se respeitavam, a vitória e a derrota sempre foram motivos de apostas e gozações, dessa forma o amor pelo time de preferência tornou – se uma paixão as vezes sem analisar as conseqüências que leva à violência. Quanto aos Clubes não há alternativa a não ser rivalizar – se e, procurar sempre a conquista, isso significa reconhecimento, patrocínio e mais torcedores nos e estádios. Mais alguns aspectos não mudou no futebol, no passado, não posso prever  no futuro, o futebol sempre foi jogado num campo apropriado, com vinte e dois jogadores distribuídos igualitariamente entre dois times com um técnico para cada lado e um arbitro para intermediar o confronto. No Brasil somos aproximadamente duzentos milhões de técnicos e juízes de futebol, mas “ Regra é Clara” somente um técnico de cada lado e um arbitro no centro do campo. Cabe aos técnicos montar seus times e orientar os jogadores, proceder as substituições pertinentes à sua responsabilidade, ao juiz cabe interromper o jogo em lances que demonstre ato de violência mesmo que não haja pretensão. Assim sempre foi e sempre será até que se diga ao contrário, sem dúvida ou parcimônia jamais haverá consenso na armação de um time nem unanimidade nos atos arbitrados pelo Juiz. Tanto Técnico e Juiz influenciam em resultados  favoráveis e desfavoráveis,este é um fator que jamais será desfeito. Porem muitos envolvidos no esporte preferem descartar um realidade para criar fator que alimenta violência  a partir de suas justificativas por uma derrota, chegam ser ridículos com seus discursos. Existem indivíduos que ao invés de localizar um ou mais equívocos durante um jogo que originou a derrota de seu time, procura jogar a torcida contra o arbitro e pior tenta difundir que todas as derrotas deste seu time foi influenciado pelo Juiz, isso significa que ele acha que é o melhor time do mundo chegando a ser imbatível, somente o Juiz é responsável pela derrota. Esta pratica ainda pode levar a uma revolta da torcida, entendo que em defesa do espaço somente muros eletrificados, mas se o muro não sofrer reparos ela passa a ser vulnerável, defender seu Clube é um direito, mas defender com coerência em primeiro lugar a Ética esportiva  em seguida a analise dos fatos seguido da consciência profissional  e por fim conhecimento do que se passou. Sou admirador do Esporte e do Futebol  e, sobretudo Torcedor que também denomina adjetivamente aquele Juiz que deixou de marcar uma penalidade a favor do meu time ou marcou uma inexistente para o adversário. Mas me sinto na obrigação de opinar a favor ou contra alguns atos que dirigentes do esporte pratica no intuito de responder  uma ou mais derrota. Assim como na Política o povo não mais admite ser enganado, este povo rompeu com o ensino decoreba que somente é favorável aos interesses de uns poucos. Aliás, tem individuo que não sabe mesmo justificar uma derrota já sacramentou a culturalização de responsabilizar o Arbitro.

Tonzinum Sant’ago


 

 NELSON MANDELA

O indivíduo e a história

 12/06/2013

   A história de um ser humano não é uma opção, muito menos casual a história  vem à luz com o nascimento do indivíduo, logo, quando nasce um indivíduo ele já vem com a história e não é possível separar ambos, eles se pertencem, somente e condicionalmente podemos conhecer o homem através da sua história. A princípio não nos importamos ou, melhor não atentamos ou mesmo entendemos que a atitude do indivíduo é o cimento que alicerça a história, não obstante, com o passar dos tempos começamos a conhecer que ninguém tem em si as mesmas práticas mesmo que pareça ser igual, com mais vagar veremos que existe de real somente semelhanças e mesmo assim tais devem ser colocadas frente a frente para serem analisadas, porque ainda assim há diferenças,sendo o próprio indivíduo o investigador das comparações. Conforme a Escola dos Analles a “História é a Ciência dos Homens”. Ele estuda a si próprio, através dos tempos, pois o homem não está separado do Ser, não tem conhecimento de si próprio, assim como o animal que demos lhes a irracionalidade e, que também são estudados pelo Racional.

 Não obstante que racionalidade entendemos que nos leva para conhecer quem somos, onde estamos e pra onde iremos!. Nelson Mandela nos oferece um pensamento que considero uma atração para uma analise dos investigadores,  “Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes” Assim o grande líder da liberdade dos povos África do Sul nos diz que  realizar sem ter consciência não significa deixar de fazer. Mandela se colocou numa posição de que realizar é preciso, embora ele próprio estivesse temeroso a um resultado à cima da capacidade daquela gente, o esplendor da luta era para ele algo a ser vencido, mais tinha consciência qu o homem não está preparado, jamais estará, a sua incomplementaridade é cristalizadora, podendo levar o individuo a romper com seus propósitos. Após quase três décadas sob cárcere privado e que certamente sobreviveu pelo fato de manter seu vigor e, sob vigília pelos seus seguidores africanos e de povos de outros continentes, mas também pelo regime da África do Sul, sua segurança era uma questão de manter o controle, ao contrário não só o país sofreria uma derrota implacável diante do mundo, como transformaria Nelson Mandela no maior Mártir do universo  em todos os tempos e, levaria a historia a registrar e editar a maior históriográfia universal vencendo inclusive qualquer feito histórico europeu de envolvimento sociológico, antropológica  epolítico. Acho eu, que Mandela foi o maior estrategista de libertação Contemporâneo, ao atingir a condição de liberto, em nenhum momento foi vingativo, ao mesmo tempo que, editou para história a derrota mesmo que tardia de um regime racista e covarde, através de uma demonstração retórica que originou momentos de lucidez e afirmação de liderança durante sua posse, agora como líder reconhecido não somente de uma raça mais de todas que compunha a África do Sul, transformando se em símbolo para todos os povos descendentes. Com palavras de muita sabedoria e ternura Mandela segue fazendo história, é  também com a prática da oratória que a conquista é consagrada e instaurada sem contexto.

 "Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes.
Nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos amedronta.
Nos perguntamos: "Quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível?" Na verdade, quem é você para não ser tudo isso?...Bancar o pequeno não ajuda o mundo. Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se sintam inseguras em torno de você.
E à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo".
(Discurso de posse, em 1994).

O homem não optou por fazer história e, continuo defendendo que não se trata de casualismo, mas de uma fenomenologia que é próprio do homem  muitos dos seus atos são independentes da sua vontade outros são por forças dos momentos e acontecimentos, estes surgem de forma aleatória não é linear, movimenta se tanto para um lado ou para o outro, para frente e para trás cabendo ao  indivíduo atuar conforme as causas, estas casualidades impõe atitude fomentadora de outras variadas atitudes condensadoras que fermenta a história do indivíduo, sociedades e nações.

Tonzinum Sant'ago



Era uma população numa ex- província, ainda é uma população e a mesma ex- província

     Era uma vez uma população que viviam numa Antiga Provincia distante da Europa e bem próximo a outras Provincias  ao Sul da America uma terra muito extensa, de rica flora e incontáveis faunas, solo banhado por mar e rios, somente alguns desta população tinham direito a hectares terrestres, ao contrário a maioria dessa população, constituída de indivíduos nativos e descendentes natos, que habitavam todas as regiões daquela  Rica Provincia, nada tinham,o rei daquele do lugar era do  mau, não permitia que a população tivesse direito a melhores condições de sobrevivência, elas não podiam nem mesmo falar o que pensava, nem reclamar, não era permitido formar encontros público, eles se reuniam em lugares desconhecidos, mas quando os soldados e fiscais do rei descobriam prendiam, torturavam ou sumiam com eles, muitos foram mortos, até hoje ainda discute – se, sobre os destinos de vários desaparecidos, os locais dos encontros eram vasculhados a procura de  documentos comprometedores  ao regime implantado pelo reinado  e, depois derrubados ou incendiados. Foram por muito tempo que este regime permaneceu como sistema político e administrativo que teve início com a tomada do poder depois de um confronto com uma tribo após a renuncia do líder  e consequente posse do vice líder,mas a outra tribo que era muito grande e forte formava um exercito dragões bem armados que tinha intenção de não respeitar  a carta magna vigente e planejava usurpar o trono pelo golpe, mesmo com o esforço dos gladiadores da tribo menor, não foi possível vencer os dragões, estes se apoderaram do palácio e por muitos anos governou o lugar e seu povo com chicote na mão não permitindo a liberdade de expressão aqueles que fosse contrário ao poder e seu regime eram presos, muitos soldados e suas famílias tiveram que sair do  lugar fugindo para outros territórios, durante anos ficaram distantes de sua gente. Alguns buscaram ou criaram estratégia e conseguiram permanecer na Ex Provincia, mas alguns tiveram sua permanência comprometida, outros tiveram destinos tristes, contudo era uma tribo disposta, que ainda mesmo ameaçados continuaram escondidos em algum espaço denunciando e lutando contra os dragões. Dos territórios distantes eram realizados encontros de comunicações e articulações, que trocavam informações sobre seu lugar e planejavam estratégias políticas para derrubada daquele  daquele regime e seu rei inconseqüente desprovido de sentimento e amor pelo povo. Consequentemente sonhavam com seus retornos, mas as notícias que lhe chegavam não eram boas, cada dia o regime criava meios de se manter mais forte e detentor de um poder centralizador e ditatorial transformando pessoas alienadas e inerte de qualquer atitude contrária ao regime o rei dos dragões e seus auxiliares tinham um discurso sempre ameaçador, apresentava sempre sua força belicista, empresas de comunicações jornais, rádios e revistas eram fechados seus proprietário e funcionários ameaçados, presos e deportados, os escritores e compositores tinham suas obras proibidas para publicações e divulgações,mas somente os que não apoiavam aquela idéias perniciosas, o ensino era direcionado para as necessidades do regime e o pensamento do reinado, omitindo o verdadeiro conhecimento dos acontecidos e fatos. Em determinado período de transformação permeado de condenação ao preconceito e ao engaiolamento de povos priorizando a livre expressão, começa a crescer os descontentamentos com o regime que sufocava o povo, não permitia seu crescimento social e acadêmica, não havia oferta de trabalho, o dinheiro era escasso, e aqueles que estavam no exercício da profissão não ganhavam o suficiente para manter sua família. Após esforços pela reforma que transformava-se, em necessidades de acompanhar os novos rumos mundiais que alicerçava a Ciencia a Industria e consequentemente a economia, este aparece como cimento da construção de uma nova Nação a mobilização popular que inicia a pratica de protestos contra a política do regime militarista, estudantes e trabalhadores debatem processo de combate à ideologia ditatorial empunhando uma luta para uma abertura política irrestrita que tinha como bandeira a anistia para os soldados exilados, os súditos descontentes de comunidades fazem apelos às autoridades por saneamentos básicos, escolas e saúde, ficando por conta dos sindicatos os discursos  às condições de trabalhos e salários, ao decorrer do tempo estas manifestações  ganham uma direção unificadora e os manifestos torna – se, um Movimento Social organizado forte liderado pelas principais entidades representativas de cada Estado; Federações das Associações de Moradores, Centrais Sindicais Associações Estudantis, de Mulheres e Confederações patrocinavam  mobilizações e buscavam nas suas bases as armas da retórica um exercito não militarizado grande massa popular é formada, reuniões e encontros em todo território  discutem  e planejam propostas de manifestos. Aproveitando se da abertura política buscam – se, experiências e programas para fortalecer politicamente os manifestos, a partir desse momento torna – se, fundamental a participação das bandeiras dos partidos progressistas, nasce o sentimento de nacionalismo da população cresce a filiarização partidária, pela primeira vez  observa – se, várias representações popular, retornam os soldados exilados, é necessário salientar que o processo desse evento deve – se sobretudo às colaborações oriundo dos encontros realizados por esses soldados que enviavam orientações de organicidades aos manifestantes e entidades, com o fim da repressão torna se, possível eleições diretas para os executivos Estaduais e Municipais, vários ex – exilados elegem e se para o legislativo e executivo dando inicio a uma transformação do sistema, os movimentos sociais fortificam – se, ganham as vias publicas adentram cidades e florestas, promovendo manifestos por melhores condições da vida e, agora também em defesa do território nacional principalmente da Amazônia e Mata Atlântica onde traficantes e empresas davam início a uma verdadeira devastação, as Matas Atlânticas, sendo destruídas pela especulação imobiliária nas grandes cidades, mais visíveis nos grandes centros até hoje essa é uma questão bastante discutida enquanto na Amazônia madeireiros promovem clarões de forma irregular. A luta pelas diretas foi uma das grandes manifestações realizadas que reuniu todos os movimentos civis, partidos, imprensa e órgãos representativos como OAB, ABI Etc., favoráveis ás diretas, tivemos outros ainda outros manifestos, tais como o impedimento  de um líder eleito pelo voto direto, este foi responsável por praticar e liderar atos de corrupções sendo o primeiro grande escândalo nacional após o fim da repressão, caras pintadas foram às rua pedir seu impedimento, muitas greves  e um plebiscito, as greves eram constantes principalmente dos trabalhadores bancários, professores e metalúrgicos todos por humanização da produção e do salário,  o segundo foi uma consulta sobre o sistema e o regime a ser implantado. Estava vencida a luta e atingido o objetivo, o último grande grito do povo foi justamente pelo impedimento do seu representante maior, eleito pelo voto direto após denuncias de crime contra o poder.  A exposição dos presentes fatos está baseados a partir do início da metade dos anos 60 nesta década o Rio de Janeiro perde a condição da Capital da Nação que passa para Brasília. Para entender os reais motivos do conflito que levou ao regime ditatorial militar  é preciso voltar ao tempo desde o estado novo de 1930 até a renuncia de um determinado líder que não tinha forças nem propósitos de conflitar com seus opositores e com os dragões. As quatros  décadas  a partir  de 30  foram de muitos acontecimentos de aspectos políticos que teve, usurpação de poder, através de golpes, ditaduras e redemocratização, indicações para os executivos, eleições indiretas e finalmente eleições direta.

Da mesma forma que para entender os anos que levaram a ex - colônia  a conviver com uma ditadura militar temos retroceder alguns algumas décadas, é preciso também entender o atual momento que manifestações que seguem simultaneamente pelo território afora é portanto condição própria conhecer os períodos de construção da Democracia Nacional.  Os movimentos dos 70 - 80 e 90 quanto este de 21013 tem características e  objetivos iguais ou seja, tanto naquele periodo quanto neste 2013 os manifestos querem reformas políticas, naqueles anos havia um objetivo claro que toda localidade nacional conhecia e era um anseio de toda população pelo menos grande parte, o regime somente era aceito pelos adeptos da repressão e da alienação humana, que sob um coronelismo sem brasão conflitava com os súditos de menor expressão pela apropriação de terras utilizando-se da força com toda conivência do poder  mantinham ainda mão obra escrava em seus domínios numa reedição do sistema Senhorio que foi condição econômica até o fim da monarquia.Qualquer manifesto era prontamente aceita  pela população, mas de uma forma covarde sempre havia uma tentativa de repreensão pala policia, local ou militar, apesar  de todo autoritarismo e violência os manifestos tomavam corpo e não arredava pé das ruas, ônibus de todos os locais desembarcavam povos descontes e adeptos de todos os locais,os movimentos sociais foram fundamentais para por fim ao regime militar e reconstituir a democracia.

Ora vemos novamente os manifestos nas ruas clamando por reforma política e surge inesperadamente apesar, que há algum tempo percebia – se, um certo desconforto com alguns rumos da política vigente. Confesso que não acreditava mais que o povo retornasse às ruas. Após a conquista da redemocratização passamos a conhecer um novo modelo de sistema político, um tanto ambíguo, discursos e praticas se conflitam, com mais vagar pode –se observa certa semelhança do regime anterior respeito sobretudo a reforma agrária, se a ditadura militar criou e fomentou anos de coronelismo que se apossava de terras não permitindo o assentamento de trabalhadores rurais o regime seguinte validou o processo não fazendo a Reforma Agraria  a mal distribuição de renda e um salário mínimo capaz de envergonhar o trabalhador brasileiro diante do trabalhador argentino.

 O Congresso Nacional por muitos anos manteve um grupo formado por elementos de costumes do regime militar e muito estreitamente ligados às ideias deles, na primeira eleição pós abertura foi muito pouco a representação renovadora, na seguinte não foi diferente principalmente no senado, uma renovação de bancada somente foi percebida nas Assembleias e Câmaras aos poucos essas renovações foram aparecendo no Congresso, mas ainda  permanece vários carreiristas e viciados políticos que  usam o mandato de forma hereditária, transferindo para parentes e assessores os vícios políticos na ocasião de alguém a ele ligado vier a ser eleito, desta forma  permanece viva os hábitos do Regime Passado.

Os movimentos sociais não deram continuidade a sua organização independente de partidos políticos, formaram – se, no seu interior correntes de diferente  siglas que apesar de ser um fator democrático, perderam o foco do objetivo preocupando-se no embate pelo poder, abrindo discussões sobre aquilo que suas siglas consideravam correto para a Entidade, deixando para segundo plano as lutas sociais. A verdade é que tornaram se, passivos após a eleição de um dos representantes sindicalista para a presidência, a implosão de um dos partidos que era o quartel do movimento comunitário, algumas decisões tomadas por alguns partidos inclusive o do Presidente, apadrinhamentos e clientelismos somados ao falecimento de um dos mais forte antagonista ao processo de continuidade à ausência de Políticas Sociais foram fundamentais para enfraquecer ainda mais os manifestos, perdendo sua referencia e popularidade. Vem à tona a verdadeira face de algumas lideranças que deixaram se levar pelas promessas muitas vezes não cumpridas por seus pares políticos. Aqueles que conseguiram se eleger com o apoio desses Movimentos Sociais trocaram as lutas reivindicatórias das Ruas pelas lutas parlamentares. A calmaria toma conta do movimento social, visto que não mais interessava os manifestos que antes da eleição do operário era fundamental aos anseios que se imaginava ser uma luta de direitos e qualidade de vida.No Rio de Janeiro dois dos mais importante aparelhos de lutas a FAMERJ e CUT minimizaram consideravelmente  as suas atuações,divergências aparecem como estopim nas direções Estaduais e Nacionais de alguns partidos, dando origem a fragmentações,e o aparecimento de siglas extremistas a partir dassas dissidências, que não se mostram com poder de fogo, os escândalos o mais notório “o mensalão” causou danos irreparáveis à principal sigla que compunha a frente governamental e de alguma forma algumas manchas permaneceram no governo atual.

 A frente formada em torno do governo tem se mostrado mais preocupado com as divisões e indicações de cargos, ministérios e interesses pessoais, que com a da população, a esquerda extremista pouco representa no congresso e a esquerda socialista se uniu ao governo e ao programa da sua sigla, a frente que antagoniza não tem muita credibilidade da população, nem apresenta um projeto eficaz estes eventos somados  aos projetos de interesses dos políticos, um possível retorno da inflação retorno da  tem provocado um sentimento de traição ao povo, os gasto públicos com os eventos da Copa das Confederações, Copa do Mundo e em 2016 as Olimpiadas, projeto de enfraquecimento da justiça, aliados ao retorno do custo de vida já fortemente notado nos supermercados e a tarifa do transporte urbano sugerem um basta. Não há mais convívio com o descaso social, muitos foram os danos provocados por todos que assumiram a liderança da Nação, e Congresso quando se acreditava na ruptura dos velhos hábitos e costumes observa – se que eles continuam como casco de tartaruga, o lixo político é reciclado e remodelado com propostas atrativas para permanecer como plano “A” dentro do congresso. No entanto o descrédito que já seria comum faz emergir o descontentamento da população, os diversos programas criados não servem como política social para uma Nação necessitada de estruturas bem planejadas para por fim a miséria uma vez por todas e a assistência à saúde do cidadão, os programas implementados pode se dizer que tem carimbo da data de validade até mesmo pela falta consistência, troca – se de mando acabam – se programas em detrimento a outro nem sempre favorável a quem mais precisa de atenção e os baixos salários dos servidores são alvos a serem discutidos. Somente com uma reforma política séria pode – se, levar a uma sustentabilidade social nacional e, isto implica em validar um período máximo de mandato no legislativo, rompendo com o carreirismo político e, não é difícil visto que  há limite para o executivo deve também ser o mesmo para o Legislativo. Do contrário permaneceremos com os vícios e hábitos que alimentam uma experiência estruturalista da corrupção. Não obstante e sem nenhuma parcimônia as praticas do executivo também devem ser mudadas, priorizando uma governabilidade também sustentável filtrando os interesses empresariais dos interesses da Nação e seu Povo.

A reforma política deve ser  levada á serio e que sirva como exemplo para outras reformas, sendo o pano de fundo do respeito e da ética, alguns pontos devem ser amplamente discutidos pela sociedade antes de responder ao plebiscito ou referendo  temos que ter cuidado para não oferecermos dinâmica aos parlamentares que ao invés de contemplar o Nação e o Povo tenha efeito contrário, os debates e oratórias em torno da quantidade de partidos e alguns deles de alugueis devem representar uma grande gama da população, o voto distrital voltará a ser discutidos com amplitude nos movimentos sociais e partidos, inclusive desengavetando um projeto antigo, também a desobrigação do voto e o candidato independente  deve esquentar fora e dentro congresso, entre outros assuntos de igual importância para uma reforma partidária descente e consciente do seu papel ente a sociedade.

O que diferencia os movimentos contextualizados no período, anterior coube reivindicar a ruptura com o sistema ditatorial, abertura política e implantação do Regime Democrático, neste justifica – se a luta pela Reforma Política, transparência econômica e o fim aos preconceitos. Ainda é pré maturo preconizar resultados, os manifestos continuam mesmo com o retrocesso do aumento das tarifas dos transportes urbanos em algumas cidades, outras ainda resistem e, querem os manifestantes aproveitar a presença da Mídia Internacional que cobrem a Copa das Confederações para fazer eco também no exterior, em alguns países, brasileiros que por lá residem ou estão em turismo também tem apoiado o evento, é certo que a intenção é aumentar este apoio, obrigando que governos e parlamentos mostrem sensibilidades, já visualizamos decisões favoráveis à causa. Mais ainda muito falta e ainda há muita resistência em todos os lados, contudo também há esforços, projetos que estavam engavetados, um exemplo é a PEC do Trabalho Escravo que há quatorze anos entrava e saia da pauta foi imediatamente votado, percebe – se, no entanto que fatos surreais existem, não é possível que um projeto de condenação ao Trabalho Escravo em um país que a abolição a esse sistema faz 125 anos, leve quatorze anos para ser votado e aprovado, a PEC 37 outro  projeto novo, mais que tinha a intenção de enfraquecer a Justiça e beneficiar os político nas práticas criminosas contra a Nação,passou ser um projeto de disputa de poder investigatório e condenação, imediatamente foi votado e derrotado, nos Estados e Municípios abrem se CPIs dos transportes e outras apurações virão.

Sistematicamente tentam enfraquecer e inviabilizar os manifestos, utilizado os atos depredatórios de patrimônios públicos e privados pelos mais afoitos, numa tentativa de jogar a população contra o manifesto, não têm obtido resposta, as manifestações tem seu lóco na classe média e por ela apoiada, a classe menor contribuem participando a uma certa distancia,mas com total apoio, indignados somente os políticos. Alguns comentários surgem em torno do Plebiscito, nota-se que discursos antagonizam em relação a consulta, para aqueles que temem a opinião publica o Plebiscito é uma arma contra os arranjos político que beneficia os partidos e políticos,os que são favoráveis defendem a consulta como decisão e vontade do povo.

Plebiscito é uma proposta em que o povo se manifesta através do voto direto a respeito de algum assunto político ou de interesse social, por exemplo, votar a favor ou contra sistema do governo ( Presidencialista ou Parlamentarista) não confundir com referendo, neste vota – se algo já proposto pela Legislação, um exemplo foi quando fomos convocados para referendar o desarmamento. No plebiscito essa convocação é feita para votar um ou mais assunto, o resultado dessa consulta é transformada em Lei O plebiscito era um decreto do povo que em assembleia discutiam as questões no Império da Roma Antiga. Este texto é, somente algumas narrativas que apesar de apresentar fragmentações, é um relato testemunhal dos processos que representou e representa a temporalidade de um Lugar de um Povo.

Tonzinum Sant’ago


 

E O POVO VOLTOU

Junho de 2013 entrará para a história do Brasil, cabendo a historiografia a responsabilidade de registrar um momento de resistência política social. Após anos de passividade e conformismo o desencanto com os destinos que o sistema tem imposto aos brasileiros, as corrupções, a ausência de uma política social digna e descasos com  necessidades de um projeto de sustentabilidade que trabalhadores, estudantes, aposentados, depositaram nas autoridades, fizeram recordar décadas passadas. Rompe se,  o culturalismo finalmente da  inércia, da passividade, um basta brada em todo o país. O povo não aceita mais ser usados pelos interesses partidários. O fInal  do primeiro semestre, justo quando  acontece a Copa das Confederações e que mídia ocupa se das condições do estádios as globalizadas arenas, colocando em questão valores gastos nas construções para atender as exigências da FIFA no sentido de oferecer à cúpula esportiva mundial e torcedores turistas ou ao contrário ostentação e conforto durante a copa do mundo de futebol em 2014 ao mesmo tempo que, as autoridades políticas não diferente, principalmente executivos visando as eleições gerais  de 2014 fazem do evento plataforma eleitoral e, sem aqui fazer alusão às Olimpiadas em 2016 ano de eleições municipais.  Nasce justamente um sentimento nacionalista,  que muitos, inclusive eu, já não acreditava  numa reedição,  devido a presença do conformismo em ter adquirido o poder pelo PT e seus aliados, esses partidos tradicionais abandonaram as causas que defendiam, não por achar que tudo já estava resolvido, mas por se acomodarem na estrela petista e seu projeto de loteamento de cargos e  de esvasiamento  dos quadros dos aliados permitindo somente ao PMDB  a condição de força partidária, até porque Lula e toda direção do PT sabiam que sem o PMDB como aliado primor, não alcançaria o poder. Não foi diferente nos estados e municípios, trata se de um projeto Nacional. Não obstante, o povo não está interessado em projeto partidário nem qual a importância, o povo está desiludido, não suporta mais pagar as contas que lhe são impostas pela corrupção e gastos dos governos.  Esse movimento que nasce é desbandeirado aparentemente, contudo sabe o que quer, não concordo que não seja partidarizado, mas é visível que não há uma liderança como referencia mais várias sem referencia, cada um sabe porque está ali. Esse movimento, tenhamos bastante atenção não é fragmentado, parece ser formado em núcleos,  percebemos que quando um determinado grupo se afasta sempre tem outro que permanece, mesmo que seja de menor expressão e, estão se organizando em todo país conforme temos observado, há de ter parcimônia quanto ao conjunto, entre eles estão aqueles que se aproveitam da ocasião para promover destruição do patrimônio público e privado infelizmente, mas não se pode atribuir ao conjunto em geral,  é preciso entender que a destruição é a destruição dos reais objetivos e que somos nós que pagamos. Por outro lado alguns políticos precisam entender que reivindicar é um direito constituído, alem de ser um dever do povo de não aceitar decisões de acordos políticos de qualquer natureza, quem paga a conta é o eleitorado, o individuo que contribui para o desenvolvimento da nação e pela melhor condição de vida e não para arcar com os acordos eleitorais. Talvez se os acordos fossem também pela valorização do trabalhador dando – lhe melhor salário, não haveria descontentamento, se a assistência a saúde, a educação, a reforma agrária, habitação e o reconhecimento aos aposentados fossem acordos cumpridos não haveria movimentos descontentes, os projetos da PEC 137 é um afronto a justiça e sua desvalorização. A quem interessa essa aprovação a não ser aos políticos corruptos e seguidores, a quem interessa o engavetamento da reforma partidária,  do imposto único para que este ofereça aos empregadores melhores condições de empreendimento e empregabilidade, isso sem falar numa necessária revisão na Lei do FGTS que é destinado para construções de condomínios que somente os políticos e a elite pode adquirir, deixando os trabalhadores a mercê de programas que não atende às suas necessidades. Não é possível que  o governo brasileiro atenda exigências de atividades futebolísticas sem nenhuma relutância  tirando da boca do trabalhador produtos de primeiras necessidades, aumentado tarifas rodoviárias, gêneros alimentícios entre outros. Acho que, daqui por diante um   outro tipo de embate político será palco de um no discurso retórico e oxalá assim seja. Os cuidados devem estar presentes, pois, apesar de entender a legitimidade  do  movimentos, acho que não surgiu simplesmente por uma vontade desse ou daquele grupo,a experiência de quem já foi militante e dirigente nos movimento civis organizados me oferece condições de fazer uma observação de que há sim um envolvimento partidário que tem um grande foco de articulação, acho que temos um movimento feito dentro da oficina política. Quero deixar claro que mesmo que seja algo fabricado, é legitimo e, se o objetivo era tornar possível o alerta para  as questões nacionais, conseguiu mesmo com a costumeira prática de jogar a sociedade contra esses movimentos, visto que está claro para todos que o que se promove é o interesse social do povo brasileiro, todos estão sofrendo da mesma doença o que se busca é a cura, qual será o resultado ninguém sabe, mas, não salientaremos que a história dirá porque a história está sendo feita aqui e agora.

Tonzinum Sant’ago


 

UMA LUTA DE PRETENSÕES

02/03/2013

 

Antes que o leitor mais atento, faça seu julgamento, se é que alguém realmente se sinta no direito de julgar sem antes julgar a si próprio, proponho que faça, porque de certa forma servirá de análise de um momento importante da historiografia brasileira, não obstante, deve atentar para a identificação sob ponto de vista meramente politico, às abordagens que estarão expostas nesta dissertação. Sem desprezo de qualquer leitor e seus valores culturais, acho que aqueles que vivenciaram e os que ainda vivenciam poderão ter uma melhor compreensão linear dos meus propósitos em elaborar esta análise que pretensiosamente denominei de Uma Luta de Pretensões. Embora este momento que já se encontra do décimo terceiro ano de século XXI nada tem a ver com aqueles dos finais de 1970 que enveredaram os anos 80 até ver sua derrocada ao longo dos 90, assistimos neste periodo o fim da Guerra Fria e a fragmentação da União Soviética, a queda do muro de Berlim e diversas independências política das nações que estavam sob o regime comunista, mas me recuso a reconhecer que o socialismo acabou, isso é outra discussão. Está claro que as independências dos países do bloco soviético, não significa independência nacionalista, estes países só trocaram a bandeira, mudaram de lado, abandona o regime totalitário soviético e entram para o regime imperialista americana ou seja o comunismo pelo capitalismo, que tambem é totalitário pela sua politica econômica. Quero me permitir em dizer que não pretendo ser saudosista, entre tanto ,acho que é importante lembrarmos alguns momentos de eloquências, aventuras e desventuras, é com tais aspectos que apreendemos no cotidiano a entender o mundo, fora das bancas acadêmicas. A fenomenologia exprime algo que desconhecemos, mas analisamos suas causas e consequências para então entendermos seu significado, o romantismo é um desses sentimentos fenomenológico, esta dissertação não teria valor se não fizesse o uso deste sentimento, neste caso, o romancista é um literário, não é dele ou sua obra que estou me referindo, mas do olhar Romântico que envolve um conceito de discursivo que parece ser de saudosismo ou de restauração do passado, mas morre da mesma forma que nasceu. Conforme compreensão de Benedito Nunes, aqueles que tensionam adquirir com fervor alguma coisa sem ser imediatista, eles são Românticos, pretendem na realidade dispor de um seu semelhante ou um objeto, assim sendo, é um desejo de aventura ou uma Experimentação,não sendo igual à vivencia real. O filosofo salienta “o sentimento não á algo que liga ao mundo ou a seus semelhantes” (Benedito Nunes), trecho extraído de um texto didáticor Cederj. Como podemos perceber as vezes, ou melhor, quase sempre temos que recorrer a alguém ou algum objeto para que possamos ter como referencia de explicabilidade ou justificarmos nossos atos e desejos.

O que pretendemos com isso! é exatamente aquilo que desejamos, e o que é pretenso! é o resultado daquilo que é proveniente dos nossos desejos. Neste contexto dissertativo meu desejo é postular uma análise da vivencia e convivência dentro do modelo político e da mobilidade que foi de suma importância para o Brasil ao mesmo tempo que demonstrou no decorrer dos anos, fragilização e fragmentação. Não importa aqui escrever sobre posturas de parlamentares, se necessário for faremos algumas observações, mas do processo que envolvia todas as pessoas dos movimentos de lutas sociais. O fim ditadura militar provocou uma mudança drásticas na postura política de estudantes, trabalhadores e profissionais de imprensa entre outros, a questão racial, da mulher, do trabalhador e, principalmente das comunidades em geral era uma necessidade urgente, pela falta de política social, carência em saneamento e urbanização simbolizaram um momento de austéras reivindicações, arrastando consigo as questões sobre saúde e meio ambiente, educação, habitação enquanto as centrais sindicais debatiam – se, em mesas de negociações em defesa do trabalhador, pelo menos esta era a bandeira. Foi sem dúvida momentos de extensas mobilidades sociais, era como se fosse uma festa diária nas ruas e no interior das sedes destes movimentos, como já escrevi em outras dissertações vivenciei e convivi estes momentos históricos, sofri, sorri, conquistei e perdi, tudo no seu momento, não nos podem negar nossas influencias para a transformação do Brasil de hoje, o que pretendemos naquele momento era mudar a cara do Brasil e ainda queremos. O importante para nós era participar da transformação política e social do Brasil aglutinando os politizados, ensinando os inocentes, não importava em que estado do país, lá estávamos para engrossar os movimentos locais. Havia no entanto, algo oculto, poucos eram os que tinham esta percepção, muitos imaginam uma convivência de perfeita relação entre os pares e os movimentos sociais com os partidos, nem sempre esta relação era saudável, em momentos diversos os adversários se tornavam em fieis companheiros, enquanto dentro dos quadros havia certos desconfortos movidos pela idéias deste ou daquele grupo ou correntes, extremistas só eram extremistas quando seus interesses eram questionados, mesmo com seus extremismos conviviam com socialistas do comunismo, do trabalhismo, do nacionalismo, enquanto os moderados, estes nunca apresentavam um posição firmada pela convicção, estavam sempre aguardando o momento de fazer acordos que lhe proporcionassem uma composição nas chapas ou espaço em gabinetes, nesse momento oportunista apresentava seu antagonismo, não com suas ideias, porem emprestadas pelo grupo que lhe cooptara. Em todas as correntes haviam sempre uma fragmentação entre si, aqueles que mantinham suas ideias como força de liderança e os que acompanhavam. O interessante é que estes ,eram parcela majoritária, de uma forma ou de outra haviam vários conjuntos de forças que se mobilizavam em torno de um propósito generalizado ao mesmo tempo que entravam em choque antagonicamente quando a questão era defender os ideais partidários, isso acontecia também de forma individualizada, mas dentro das organizações sociais, no que diz respeito composição de chapa, neste contexto há um planejamento dos acontecimentos, por tanto elementar entre concorrentes. Não se pode afirmar que, movimentos sociais e partidos eram de fino trato, se relacionavam era necessário na mesa estava o jogo de interesses e por estas razões as vezes surgiam desgastes que causavam prejuízos para ambos, contudo mutuamente sacudiam a poeira, se abraçavam e retornavam ao campo da retórica, um precisava do outro, tinham objetivos cristalinos, os partidos precisavam de uma base de sustentação para seu crescimento, o que significa eleger, ascender ao poder e popularizar – se, aos movimentos sociais interessava defender a bandeira de luta, defender as reivindicações através dos parlamentares e, finanças para despesas dos projetos de lutas, contudo ainda lembrando sobre a relação entre eles, alguns partidos jamais deram apoio de sustentação de forma homogênea aos movimentos sociais, no máximo ofereciam pequena contribuição para que membros dos seus quadros simpatizantes dos movimentos participassem das discussões, suas portas não se abriam de forma que esses movimentos tivessem participação no seu interior. Como conviver sem estes movimentos que mobilizavam milhares de pessoas de todo estado e de todo país quando tratava – se encontro nacional! Naquelas décadas festeiras que, motivava o mais simples e pacato morador da favela e o operário da construção civil! que deslocavam –se de suas residências para o centro do Rio de Janeiro para participar de uma pretensão que parecia uma realidade na sua totalidade, porem só em parte significou mudanças, outra parte representa até uma utopia, já que imaginava – se, trabalho, habitação, assistência a saúde, escola de qualidade para todos e, era um romantismo, aquele sentimento de transformação que sabíamos não significa que emergisse imediatamente, mas ao longo dos anos, e o que temos hoje é, trabalho com salário irrisório, minha casa minha vida em pequena escala e construção com material de péssima qualidade, enquanto isso o FGTS é usados para financiar luxuosos condomínios, caro ao bolso do trabalhador comum, o fome zero e bolsa família, que não resolverá os problemas sociais de ninguém, privatização da saúde e, uma ensino educacional desenvolvido para a produção capitalista, esquivando-se do conhecimento histórico e filosófico, profissionais da saúde, educação e segurança pública com baixos salários e, infelizmente muitos logradouros sem saneamento básico em pleno século XXI. Os partidos sobreviveram às custas dos movimentos sociais, as câmaras e assembléias mantêm os parlamentares com dinheiro público e estes não deixam de ajustarem seus próprio salários anualmente, enquanto votam contra o aumento dos servidores ou concedem – lhes ínfimos percentuais e sem falar do trabalhador comum. Essa luta de pretensões continua nas mentes desejosas do indivíduo, mesmo aqueles que não viveram a tão nobre momento. Precisamos também abordar o individuo que estivera nestas lutas varonil e, que ao sabor do Iluminismo da Militância construiu suas pretensões individuais, muitas das ocasiões com práticas duvidosas, fabricando falsas denuncias para beneficiar – se, politicamente e conquistar espaços, outros deixaram – se, cooptar por promessas máquiavelicas, venderam por tempo de validade sua dignidade, seus princípios, alienaram – se, de tal forma que esqueceram da sua própria existência como individuos que tem objetivos, abandonados pelos partidos políticos não lhe restaram alternativa a não ser ficarem na dependência da benevolência deste ou daquele parlamentar e só deles, pois seus antigos pares lhe colocou no rol dos esquecidos. Um dia foi massa de manobra, achando que tinha um espaço conquistado, um dia foi militante, mas era um simples soldado medieval, hoje alguns chegam a concordar que não mais existe ideologia, isso é uma agressão ao intelectualismo incrível e inaceitável, pregam constantemente que a o Socialismo acabou, acabou para quem cara pálida, o que acabou foi aquele momento de festa politica, acabou sim a vontade de libertar o Brasil, porque já esta liberto, enfim acabou a Utopia de Thomas Morum, porque se deixou sacrificar, a ser um alienado da casta elitista.

Tonzinum Sant'ago

 

 


 

Lasana e Julio

06/05/2013

       Num nebuloso tempo permeiante oscilante de clima, diante do fiel computador, meus olhos declina, companheiro do aprendiz e professor, instrumento do utilizador, fonte do pesquisador, entre um endereço e outro. Ali eu estava com a mente que passeava, era preciso algo escrever, indaguei o quê! Assim continuei, entre a neblina alerta surgirá pensei e, pensando prossegui, naquele azul escuro percebi imagens invisíveis emergir, um sussuro ouvi. Aquela neblina logo se transformou, com lento movimento o vento levou, eu naquele intenso desejo fluorescente, o silencio me tomou. Ao mesmo tempo que, proporia porque não Luzia uma poesia?. Mas o que é isso! Lasana Lukata não sou, atender não posso servir com ternura e fervor, fraseamentos e sentimentos que tem  Lasana Lukata filosofia oferenda de labor. As Grafias que teimo em banalizar em crônicas e assim nomear, não são perfeição de união tomar,não são imaginário ou documentário que da literatura algo deve reivindicar, são fragmentários do desejo, um lampejo de aspectos pontuar o Contemporâneo Universo liberâneo, costumeiro que no verso e anverso nos faz dissertar. Perene, assim seja assim, que das escribas desfrutar, mesmo que oculta seu nomes lembrar, os  Lasanas Lukata, os Júlios Braz, este de Cubas que jaz, parentela não faz. De história caminhais, feito de Literatura que atuais e futuros os amamentarais. Eles de solo brasileiro, profícuos leitores, Rios, Bahias e regiões tais e o manso mineiro, sirva – se também o estrangeiro, embrenhem – se com amor. Não sou poeta, poeta não sou, mas crônica um disserto sem recheio nem receio, sem sentimento do opor, não há dimensão nem ilusão, conhecer, ler, aprender, escrever armas que consistem em defesa do saber, não se deve perecer, Lasana Lukata e Julio Braz letras que perfilam e esfinge literária da literatubras

Tonzinum Sant’ago

 


 

ENCANTOS DO BRASIL, TRAIÇÃO  VARONIL

03/03/2013

O Brasil é um país de encantos, de belezas naturais e paisagens arquitetônicas de valores patrimoniais, população miscigenada que faz do Brasil um dos países mais nobre etnicamente e de Espírito detentor de paz. Contudo, parece que nossos representantes do Legislativo ver como estas características como passividade populacional (talvez tenham razão) e ausência de atitude. Que eles tratam o povo como marionete, sabemos disso, que eles não estão nem aí pelas questões sociais, desprezando os serviços públicos também sabemos, que estão preocupados em  fomentar a miséria, aumentar a pobreza, é um dos aspectos que nutre a vida política desses  que se dizem representantes do povo. Somos obrigado a engolir o egocentrismo religioso de liderança empossado pelo acordo eleitoral, temos que  escutar embates de lutas do poder pelo poder , porque grupos defensores de uma ditadura parlamentar querem tomar as rédeas de decidir quem e o que deve ser favorecido ou não, tirando do judiciário o direito de executar seu papel de julgador, ninguém perguntou à nação brasileira se é a favor ou contra, esta PEC não foi colocada em votação livre, já que se trata de emenda constitucional, aliás esta é uma prática histórica, as MPs é tradição, acho que se há algo a ser mudado deveria revisar a constituição de forma democrática, se é que realmente exista democracia no Brasil. Estranho é que os movimentos sociais e principalmente os partidos de siglas socialista e comunista estão unidos de uma forma ou de outra nesta farsa (os poucos que se apresentam não tem ressonância, logo são sufocadas), estão preocupados com seus pré candidatos em 2014 e, neste caso a ética não serve para nada, a ficha limpa á um guardanapo que limpa a sujeira do candidato, realmente o poder é um fenômeno que desloca o individuo para a posição que outrora era ferrenho critico. O que podemos dizer para eles! a não ser que somos uma minoria que estamos atentos às práticas, nada podemos fazer para romper com esse sistema político maldoso e de interesses individuais, mais podemos chamar – lhe, atenção mesmo que não seja percebidos por todos, mais com certeza alguém está observando e, é uma observação tão atenta que seus atos são desfeitos quando o interesse da população são defendidas, ontem, foram os senhores mensalões, hoje os neo – escravagistas do Sul, utilizadores dos escalões de primeira linha do governo estadual e municipal  do Rio Grande do Sul, que tinham com sua influencia a  ferramenta para trair a confiança do povo do Rio Grande do Sul, burlando Leis e Decretos, colocando em risco a vida do povo, para aumentar seu patrimônio pessoal. Com certeza é para defender seus pares, manter e aumentar seus direitos de usos e frutos dos cofres públicos, acabar com o direito dos trabalhadores, que querem diminuir o poder do judiciário, reconduzir a ditadura pelo Congresso nacional. Espero que as pessoas não se deixem enganar, lembrando que infelizmente só que a cadeia era direito do trabalhador honesto, que tinha na greve uma forma de se pronunciar e para o pobre que não podia arcar com a defesa de coletivo de advogados para forjar sua defesa

29/04/2013

Tonzinum Sant'ago


19 de ABRIL UMA DATA FRAGMENTADA PARA O ÍNDIO

28/03/2013

 

Dia 19 de abril é considerada a data de comemoração ao Indio não diferente de todas outras datas comemorativas este é mais um dia que lembra – se que existe o ser humano ou  elementos, seja a mulher, a criança, a mãe, o pai, zumbi, o meio ambiente,  a água, o trabalhador, entre tantos outros, que ganharam  um exclusivo dia de existência. Aqueles que tiveram origem capitalista são colocados na mídia, incluídos nos discursos políticos e promovidos com shows como se fosse dada uma importância expressiva nos dia seguintes, este aspecto somente o comércio expõe e de forma arrebatadora devido ao interesse econômico financeiro. Os governos e parlamentares criam leis que supostamente irão beneficiar socialmente os comemorados, criam – se, expectativas que alavanca a esperança de todos, contudo após a passagem  de uma comemoração logo trabalham – se, outras que estão chegando e tudo cai no esquecimento, indo os projetos para as gavetas arquivistas das câmaras e senado. Enquanto ao Índio, estes nem lembrados são esses primitivos são como intrusos no seio da sociedade de um país colonizados por portugueses que lhe tiraram o direito de permanecer em terras que nasceram, diminuíram suas culturas e muito da sua identidade, transformando – os em raça de pouco valor ou de nenhum.

 Estes seres naturais da terra vivem em torno do desprezo e nas condições de serem expulsos das terras em que ainda permanecem com muita luta. Muitos perambulam às cidades em busca da ajuda lhes custando muito fôlego para vencer os preconceitos de uma política que só visa a economia como valor social, custa – lhes  o respeito  e o direito de ser cidadão da sua própria terra, mesmo na qualidade de cidadão de uma nação que outrora era somente uma extensão de mar e terra e Florestas.  Dia 19 de abril certamente o cidadão  Indio  brasileiro se por uma questão da sua cultura já não comemorava com fervor, este  não será diferente principalmente para os nossos Ameríndios que abrigavam se, no Museu do Índio no maracanã, a falta de ética e sensibilidade das autoridades, que sabemos é comum quando se trata de dispensar tratamento justo ao povo de menor ou nenhum poder aquisitivo, mostra claramente que os originários da terra brasileira sempre serão assunto pra depois de qualquer dia que ninguém sabe quando. Cobrem o assunto como se, os índios estivessem sendo influenciados por algum movimento, e estava, eu acredito que o movimento que influencia os índios é o movimento indígenas  ou seja os próprios e com eles os movimentos que protegem o direito do povo, nada há de errado com isso e, em todos os movimentos sociais e políticos existem divergências, correntes e discursos e isso é democrático,os próprios governos realizam movimentos pelos direitos do estado e entre eles não há consenso. o que não pode é alguns com poder de representatividade deste ou daquele, tentem jogar a imprensa contra o povo ou ao contrário. Estamos no século XXI as discussões que rodeiam o mundo diz respeito ao conhecimento, ao respeito, isto significa direitos. Assim como os demais dias, também o  dia do  Ìndio, são todos os dias, e precisam serem lembrados com respeitabilidade, alem de serem vistos como povos ancestrais de origem nativa do solo brasileiro, independente de raça, cor e cultura todos nós brasileiros somos também ÌNDIO

 

Tonzinum Sant'ago


 

  A surpresa do Vaticano,  Papa Francisco I

 

  Pela primeira vez na história do cristianismo a Igreja Católica será comandada por um americano, dessa forma rompe – se com a hegemonia europeia, por outro lado  esta hegemonia não é total levando – se em conta o titulo, visto que  Bento  XVI embora tenha renunciado ao cargo continua como Papa emérito  e o mundo conhece um duplo papado, um que terá sob sua liderança e domínio  e o futuro  da Igreja e outro que renunciou a isto e viverá enclausurado  e voltado aos estudos e orações religiosas. De certa forma sua influencia  como figura papal  mesmo sem se envolver com os assuntos pertinente ao cargo estará presente. Embora alguns analistas religiosos afirmem que não haverá qualquer tipo de problema, ainda é muito cedo para tal afirmativa, vivemos  um mundo que busca sempre vestígios para responder às indagações, somente aqueles que vivem em torno e pra Igreja não têm objetivos de permanecer de plantão em busca de história, até porque a igreja tem uma estrutura de silencio e permanente guarda dos  assuntos interno.

   A inda que surpreendente, pressupondo se que os analistas não tinham nas suas previsões o religioso argentino a escolha do Cardeal Argentino leva a crer que foi gerado sobre a discussão da perda de espaço do cristianismo e ascensão de outras religiões que não são do domínio católico na America do Sul, não que o continente americano não possua religiosos capazes, muito pelo contrário, há de se considerar que a Europa por ser o berço do cristianismo a atenções  preferenciais sempre estiveram voltadas para aqueles religiosos. A escolha do novo Papa sendo este de outro  continente , alerta do enunciado de Bento XVI nos dias em que antecederam a renuncia, o pontífice dizia que “ a igreja precisa de uma renovação”. Talvez essa renovação reclamada pelo Papa tenha começado através da democratização universal da escolha do Papa descentralizando do continente europeu.

   A fumaça branca que alerta sobre a escolha do papa deixou muitos apreensivos inclusive brasileiros, mas ao anunciar o Cardeal Argentino Jorge Mario Bergolio. como novo Papa a America principalmente Sul sentiu – aliviada e consagrada, pela sua  importância no cenário mundial, são inúmeros religiosos que contribuíram e outros sem números que contribuem para o bem estar e afirmação da religiosidade e de uma política humana. Mesmo aqueles que não são religiosos, os céticos,protestantes,ateus e principalmente os Católicos Apostólicos Romanos  permanecem de plantão sobretudo para conhecer os planos do novo papa, para dividirem opiniões fazerem conclusões. Ou seja, a população espera do Papa Francisco sua posição religiosa e também  a política


   CNDH UMA COMISSÃO DO POVO

   A politica brasileira, tem se direcionado, sob forma que muitas das vezes não justifica as decisões que vão na contra mão aos princípios reais que diz respeito , elementarmente da opinião pública. Os acordos de bastidores e interesses tem se sobrepondo ao que deveria ser de encontro à vontade da sociedade,

   Decerto que, numa lógica estruturalista o individuo tem sua própria organização de pensamento e visão de mundo materializadora da historiologia, o que lhe é inerente, partindo do principio que a construção de mundo igualitário dos direitos e compromissos individuais e coletivos perpassam pelos discursos do conjunto da sociedade, nos dias atuais essas necessidades de encontrar um perfil conceitual de arquitetura social no intuito de solidificar eticamente uma sociedade consciente e justa é constante, diante do processo catalizador e globalizante de transformação . Não obstante, conforme temos observados, ao menos os mais curiosos ou que comungam interesses no foco sociopolítico, principalmente aqui no principal país da America Latina, no Brasil o menos demonstra atenção dos parlamentares é o clamor público, há anos que escutamos um consolidado slogan de politicos botando palavra na boca do brasileiro “ o povo quer isso, o povo quer aquilo” sem nunca terem escutado o Povo. Os plebiscito realizados já fazem tempo.

   Em um país onde a cultura política tem na historiologia anterior uma estrutura implementada por uma formação falsa de sociedade com idealização de senhorio e coronelismo esta na republica e sobretudo da utilização do escravismo, tanto no estruturalismo econômico como na constituição da sociedade, intimidada por princípios teológico e do sectarismo ideológico da divisão de classe, sexo, e bens materiais, o acesso ás informações era um pertenceamento monopolizado e que as instituições de ensino significavam estrutura de poder, também o retardo de construção de nação, torna – se comum a percepção de parte considerável da população de que algumas da decisões políticas, trasvesti – se de falsas definições de institucionalizações dos direitos sociais, essa situação provoca um certo silencio das pessoas, divididas em aspectos ilusórios. A certeza de uma política solida e consolidada democraticamente: Legisladores comprometidos com as causas sociais: Parlamentares identificados como reias representantes da população: Sindicatos com posturas de defesa em prol às condições profissionais e salariais dos trabalhadores – para que essa lista não se alongue; Eleitores que não conhecem ou se isentam da importância do seu voto e, finalmente, o egoísmo do individualismo, ao não reconhecer que este é direito constitucional, que deve ser instrumento do direito de exigir ética na política e, não inoportuno, promover justiça coletiva, alem de si próprio

   Estes aspectos ganham resonâncias e cristalização no conjuntos dos parlamentos de forma que pouco importa os reclames daqueles que utilizam o direito constitucional para opor –se a fatores decisórios que não atendem a sociedade,visto que mesmo sendo legitima, mas devido aos poucos brados, os acordos de bastidores continuam como prioridades, tais como o jogo que permite a permanecia no poder, sacramentando uma importância estreita de legitimação.

   A Comissão dos Direitos Humanos é sobre todas as demais a mais importante para a sociedade, logo sua consagração é de comprometimento com a ética,seus membros devem manifestar – se alheios aos preconceitos, neste momento uma brecha mostra um clarão de ambiguidade, a CNDH por si só responde à defesa daquilo que lhe consta na Constituição, porem passa a ter na sua liderança máxima a desconfiança, por se tratar de ser antagônico das transformações necessárias , sendo esta uma exigência contemporânea pela validade social e de relação Antropologica da cultura historiográfica, sobretudo na diminuição dos espaços diferenciais ainda existentes entre povos e nações é preciso romper com o modernismo conservador e segregador, é reconhecer no individuo seu valor intelecto indiferente da sua atividade profissional, cultural, raça,credo e opção de vida, o direito tem e deve ser um pertenceamento natural ao individuo. Hoje reconhecemos o direito animal como um ser que tem seus direitos os deveres são impostos embora seu habitat e costumes sigam por natureza diferente.

Tonzinum Sant'ago

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GÁS DE COZINHA, AUMENTO ABUSIVO

Março 08.2013

O  aumento da gasolina tem proporcionado aos consumidores indignação, não exatamente pelo preço da gasolina, mas pelo preço do gás de cozinha até 30 dias atrás ou seja fevereiro o valor do  bujão d 15 kg era no máximo R$ 37,00. Para surpresa de todos nós, estão cobrando entre R$ 45,00 a R$ 50,00. Ou  seja um reajuste entre 13 a 18 Reais. Enquanto a gasolina sofreu um aumento de aproximadamente de 7% o gás de cozinha teve sue reajuste entre 22% a 35%. Não vemos justificativa para tanto, o consumidor está pagando a diferença do reajuste da gasolina que inicialmente tinha ume perspectiva acima de 12% e não se iludam com a baixa do elétricidade, também estamos pagando, incluído no preço do gás de cozinha.

Se fizermos um cálculo dos aumentos de produtos necessários ao consumidor teremos um resultado alarmante em relação aos aumentos salariais. Somente a soma dos aumentos em questão; gasolina 6,6 % + gás de cozinha 22% + produtos alimentícios beirando uma média de 30% por baixo, teremos um resultado de quase 60%. O aumento da   salário mínimo foi de 7%. Prejuízo de 51% ao bolso do consumidor. E ainda dizem os economistas de plantão e governo que o trabalhador tem  ganho  real.

Será que ainda imaginam uma população desinformada! Ou como gostam de chamar de analfabetos.

Tonzinum Sant'ago


UMA CONSTITUÇÃO  UTÓPICA  DO PODER  AQUISITIVO  DO BRASILEIRO

O Brasileiro e em especial os trabalhadores assalariados, principalmente aqueles com remuneração abaixo dos  3.000, (três mil reais ) esta é a média salarial no Brasil, vivem uma expectativa do  ganho  real. Uma utopia criada pelo governo e  fortificada  pelos parlamentares e empresários, no que diz respeito ao governo anterior foram oito anos de um sonho quanto  a uma política renovadora  e contempladora, que  realmente  veio à luz em diversos setores, principalmente no setor econômico que  degustou crescimento  na industria e comercio  alem do respeito no exterior, nessa esteira quem mais ganhou foi  as instituições bancárias e as recentes empresas que foram agraciadas com incentivos fiscais alem dos grupos praticantes dos velhos hábitos que norteiam  a bela ciência política que é uma necessidade para qualquer nação no intuito de construir uma sociedade justa, com equidade e qualitativa.

Seguindo este raciocínio, o atual governo prossegue com o mesmo projeto, embora, reconheço, mas com parcimônia que o a Presidente Dilma foi mais racional nos aumentos do salário mínimo, visto que no seu primeiro ano de governo ofereceu ao trabalhador  um percentual de aproximadamente 15%  e neste 2013 beira aos 8%  não obstante,  a saga utópica prossegue numa ambiguidade dialeticista de origem do senso comum  proferida pelos representantes dos interesses do povo, que alias são os únicos almejos que eles na defendem, ao  mesmo tempo que temem  por  um projeto que eleve o salário do trabalhador a um status de respeito condizente com a atual condição econômica brasileira, temorosidade justificada pela arcaica narrativa mitológica da inflação, na penumbra  do luar aumentam escandalosamente seus próprios proventos utilizando elevados índices percentuais e mantém todas as vantagens outorgadas pelos cofres públicos.  Todas estas nuances edificam a pirâmide ponta cabeça de uma utópica melhora nas condições econômica do trabalhador, condições tais permeadas de ausências de políticas sociais, ganâncias e desrespeito ao povo, verdadeiro e real construtor da nação. Na cadeia dessa utopia um fator é predominante, este elemento é cristalizado pelo liberalismo absoluto que provoca  uma disparidade entre aqueles  que mantém a demanda e aqueles  que procuram (consumidores), para justificar  tal fenômeno  não é preciso ser herói , até porquê o herói  é o próprio consumidor , visto que é agraciado com um ínfimo percentual  na sua remuneração, não  consegue regozijar – se  financeiramente, porque tiram lhe antes mesmo de receber, pelos discretos  0,20 a 3,00 reais nos ajustes dos preço em produtos de primeiras necessidades. As perdas  crescem   às vésperas  do final de ano, tais ajustes são bem mais acentuados já que a procura da família por produtos que norteiam o natal e ano novo e também pela pronuncia do aumento do salário mínimo. Não obstante, sem nenhum receio estes e outros produtos de demandas  é novamente reajustado quando é recebido pelo trabalhador seu salário, ou seja no mês subsequente  todos os produtos  principalmente os alimentícios estão ainda mais caros, uma cesta básica (similar) custa aproximadamente R$ 200 (duzentos reais), claro eles governos, parlamentares e altos escalões desconhecem (talvez), para eles não faz nenhuma diferença, seus ajustes salariais anuais  beira os 100% Logo, visto que não sentem subtração em seu poder econômico, sustentar uma utopia  do poder aquisitivo da grande massa social é como sustentar  a mitologia de Plantão a famosa “Alegoria da Caverna” já que estamos tratando de REPÚBLICA.

Agora me respondam é ou não é uma utopia !

   Tonzinum Sant'ago


http://files.comunidades.net/virtuallytonrio/Porque_tudo_e_maior_no_Flamengo.pdf

  Porque tudo é maior no Flamengo ?

De todos os grandes  clubes do Brasil o Flamengo é sempre o primeiro, não estou me referindo a títulos ou mesmo á torcida, mas às questões que envolvem a administração rubro negra, desde  ausência do falecido Bosco na década de 80 que tudo que é relacionado ao Clube de Regatas do Flamengo, parece ser o prato preferido de jornalistas esportivos,não importa o tamanho do acontecimento, por minúsculo que seja ganha dimensão, principalmente nos jornais esportivos do Rio de Janeiro. Há anos que não vemos na instituição rubro negra, ao menos um dirigente  escudeiro, aquele que defenda o nome e a grandeza do clube, alguém que possa impedir o desmanche da tradição do Mengão e, sua imensa nação, tal como sua respeitabilidade no mundo futebolístico. Acho até, que houve uma conspiração proposital com ajuda de pessoas que se infiltraram e ainda infiltram – se, no clube com intuito de provocar crises, politicagens e usar o nome do Clube de Regatas do Flamengo em benefício próprio.

Sabemos, eu e todos que gostam e acompanham o futebol, torcedores, jogadores,dirigentes e jornalistas, que não é atual as deficiências econômicas, administrativas e operacionais do futebol do Brasil, todos os clubes sofrem dos mesmo males, as dividas sociais é peculiar, as dividas com jogadores é elementar, os problemas de jogadores indisciplinados, que faltam aos treinos, pouco empenho no jogos e sem identificação com o clube não se restringe a este ou aquele,  é, pois um fato de relação ao ser humano,principalmente quanto o que diz respeito ao poder econômico que leva a cada ser uma individualidade, sobretudo ao descontentamento aos atrasos de salários e direitos contratuais.

No Rio de Janeiro, todos os clubes  deve alguma coisa financeiramente a jogadores, mas todos os jogadores quando são procurados por um dirigente de um determinado clube, é conhecedor das estruturas financeiras e o que o clube tem para lhes oferecer, por tanto não existe enganador e enganado, ao aceitar tais condições nasce outro tipo de relacionamento chamado  direitos e obrigações profissionais, sabemos e até conhecemos muitos dirigentes que não tem postura profissional, não sabe lidar com as operacionalidades do cargo de executivo e, desrespeitam os demais, falam o que não deve na tentativa de promover-se, querendo aparecer mais que os jogadores, temos consciência que  os clubes tem e devem profissionalizar sua administração, delegando responsabilidades à quem  entende de administração, tendo o clube o direito de demitir em qualquer tempo, se constatar inadequabilidade  para o cargo ou conduta inconfiável.

Entendo que para deixar clareza numa crítica, temos que buscar embasamento de sustentação para que, a quem nos dirigimos sinta-se a vontade de analisar também  o que nos levou a desenvolver  uma consciência critica sobre o fato,  é justamente a partir desta consciência que sinto que tudo no Flamengo tem maior importância, muitos clubes ou sei lá todos os clubes do Futebol Brasileiro tem dívidas com seus jogadores e funcionários, mas se o Flamengo deve um, dois ou três meses de salários ou mesmo uma divida de direitos contratuais, se um jogador é flagrado na noite ou se faltar ao treino, os jornais não escrevem outra coisa durante aquela semana, as vezes até de forma injusta  por falta informações reais, as dividas do Flamengo são sempre maiores, se o time perde  ou empata é sempre paulada, se ganha mas não jogou bem a paulada continua, se joga bem e não ganha, é por incompetência, existem vários clubes que jogam pessimamente, mas tudo indica que, o alvo preferido é o Flamengo,  não tenho clareza de ver tais análises com os demais clubes e, quando surge é bastante sutil os jornais não escrevem de forma contundente, tenho a impressão que existe intencionalmente uma arquitetura de promover crises dentro do Flamengo, se não for tomada uma decisão imediata poderemos  em breve ter uma desestruturação dentro da instituição rubro negra, a mais recente perniciosidade foi contra Zinho  sobre uma possível conversa do Levy com Riquelme na Argentina, acho que o repórter foi maldoso,pois não tinha informações reais sobre a tal conversa e, mesmo que ambos, (Levy e Riquelme ) tivessem conversados isso não quer dizer que o primeiro estivesse negociando com o segundo, poderia ser  conversa informal, quem sabe talvez até informações de interesse do próprio Zinho. A direção do Flamengo deve ficar atenta  às informações que passam para os repórteres que cobrem o Flamengo, sua lisura e autenticidade, sempre que um ex jogador do Flamengo assume uma direção há sempre alguém fazendo jogo duplo, a administração, Patricia Amorim infelizmente não conseguiu afastar os hábitos malignos que sobrevive muito tempo na gávea, a começar pela demissão de Andrade, após ter conquistado o  campeonato brasileiro, tivemos os casos  Júnior, a seguir Zico e agora estamos apreensivo em relação a Zinho. Acho que o Jornalismo é fundamental como instrumento de informações e cultura, mas deve ser imparcial e democrática, infelizmente assistimos comentaristas e analistas bairristas,torcedores que é um direito seu, desde que no uso da profissão deixe em casa suas preferências, políticas,religiosas e também esportivas.

 


Ellen Wood e as relações do capitalismo

    A analise de Ellen Wood, é um caminho de discussão permeadas de várias compreensões. Em sua crítica a respeito da origem do capitalismo ela toma como base a tese que direciona, tal origem, a libertação das condições que limitavam o mercado, com efeito o progresso comercial e das cidades. Penso eu, que a critica é fortificada a princípio a partir do feudalismo. onde o campesinato como estrutura produtiva, voltada apenas às necessidades do cotidiano e as duas classes ociosas (Clero e Nobreza), uma produção limitada, unicamente ao consumo interno, mesmo sem demonstrar uma relação embrionária com o capitalismo, algumas questões devem ser analisadas com parcimônia; O camponês é o único produtor de um economia baseada no resultado da colheita, independente do seu resultado o Camponês deveria pagar pelo uso da terra, alem da divisão desta colheita, caberia tambem pagar um tributo, em geral gado, ave, Etc.

Não podemos deixar fugir que; estes tributos se reproduziam, proporcionando ao senhor, um  acumulo de bens, que servia como moeda de troca, desculpem, mas aqui vejo uma relação embora sem consistência capitalista, mas um grão de semelhança. Ainda temos os excedentes que eram procurados e oferecidos aos artesãos, em troca de Tecidos, Imagens, Moveis, etc. A exploração maritima já era constante e movimentavam diversas formas de comercios, no mar e terra, a expansão mercantilista desenvolve uma estrutura de interesses econômicos e poder, tendo os grande centros como quartel, comercial e populacional, só observarmos o tratado de tordesilhas como regra de expansão. Embora, veja na crítica de Ellen Wood razões cunhadas por um capitalismo supostamente existente, por outro vejo que o capitalismo é um desenvolvimento lento no medievalismo, ganhando forças na modernidade.

Tonzinum Sant'ago


MAIS DE UMA DÉCADA DE LUTA  (O Imperator, é referência de cultura do grande Méier)

Crônica

Os mais jovens, desconhecem a relação deste espaço cultural com os moradores do grande Méier, em particular o próprio bairro do Méier, Lins de Vasconcelos e Engenho de Dentro, o imperator durante anos foi o único espaço de cultura da região, porem nos  anos noventa, devido  a fatores empresariais e o surgimento do norte shopping com salas de projeção cinematográficas, houve um desinteresse pela sua manutenção fazendo com que  suas atividades fossem encerradas, o prédio ficou abandonado e quase transformado em arena da Igreja Universal.

Viviamos  um período de abertura política e luta pela restauração democrática, as instituições política e associações de moradores representavam as forças de resistências e ideologia progressista,foram vanguardistas no impedimento  da transformação do espaço histórico em mais uma atividade do bispo Macedo, diversos foram às atividades e chamamentos realizados pela manutenção e modernização,com ocupação da Rua Dias da Cruz e Praça Agipino Grieco, que podem ser testemunhados pelos abaixo assinados, mais de cinco mil assinaturas dos moradores, emissão de documentos ao governo do estado, sub prefeitura, apoio da acimeier, lions, parlamentares e companheiros dos diversos movimentos organizados da região. O Governo do estado da época iniciou inclusive um processo de tombamento que rolou por muitos anos nas instancias  judiciais, pois permeava uma questão de propriedade.

Neste momento, temos a grata satisfação de repatriar ao convívio do Méier e bairros vizinhos, este patrimônio de valor imensurável para todos aqueles de consciência histórica praticante do desenvolvimento cultural (Entre estes peço licença para me enquadrar, não tão somente pelo fato de ser pesquisador, produtor cultural e graduado em História, mas tambem,  por ser um dos membros da luta pelo imperator) nos alegra ainda mais,  que sua reabertura foi coroada pelo Diogo Nogueira filho do saudoso amigo João Nogueira um dos ícones do samba de raiz, nascido no Méier e, que muito ajudou nossa agremiação carnavalesca na Boca do Mato. É indispensável que esta conquista seja compartilhada com aspecto de mobilidade para todos que de alguma forma contribuíram nos anos noventa até os dias atuais, agradecimentos estes, que minimamente terá um reconhecimento de suma importância como membro atuante pelo renascimento do imperator, mais uma vez peço licença para anunciar algumas instituições e companheiros que foram vanguardista deste evento, por ser extensa a participação não terei como editar o nome de todos, aos quais peço desculpas, porem sintam se agraciados.

Começo pelo saudoso historiador  Gray a quem devemos pelo pelas suas pesquisas e arquivos; Ao companheiro e ex presidente do sindicato dos bancários Ronaldo Barata que nos trouxe sua experiência política; Jorge Barata, incansável lutador, Liderança do Meier, Presidente da AMME a quem atribuo vanguardista primeiro da luta pelo imperator e, sempre meu grande amigo,companheiro e irmão; Ao Ari  sempre na luta pela cultura; Wilson Gresum, um grande contribuidor da luta pelo Meier; Ao Aciolli, jornalista sempre participativo divulgando os eventos da região; Ao saudoso Wilson Santos, que sempre esteve ao lado da luta da AMME; Aos companheiros do PC do B, Fraguito e João Carlos presença incontest na calçada da resistência; Leila Garrido,cooperadora de todo momento no Meier e Secretária do Conselho de Representante da FAM-Rio e dirigente da AMME; Ao companheiro Pará que nunca fugiu da luta pelas causas comunitárias e do socialismo. Tambem algumas instituições que contribuíram neste empreendimento; Associação de Moradores do Meier; Associação de Moradores da Boca do Mato; Associação de moradores do Lins de Vasconcelos; Associação de Moradores do Engenho de Dentro; PDT Meier; PC do B Meier; PT Meier; PCB Meier e PSB Meier; ADR Meier; Sub Prefeitura do  Meier, alem dos Senhores Vivaldo Barbosa ex Dep. Federal, Mario Del Rey ex Vereador e Rubens Andrade Vereador. A todos devemos nossos reconhecimentos, consideração e Respeito, da mesma forma que agradecemos ao Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes e a todos que transformaram a luta em vitoria. Esta crônica é uma contribuição do site VIRTUALLYTON.ORG, que pode ser visualizada em nossa página principal http://virtuallytonrio.no.comunidades.net        Em

Crônica

 

 Tonzinum Sant'ago


 Rio+20
Sustentabilidade Questão e Ação

    O dia 20 de Junho é uma data que o Brasil promoverá um evento que poderá observamos mobilização popular há uma calmaria tanto de governos quanto da mídia,muitos não sabem nem mesmo o que é Rio+20 um evento de suma importância deveria estar sendo divulgado com mais eficácia e explicito conhecimento à população. Agentes especializados dão ênfase da importância deste encontro no que diz respeito à buscar meios em várias partes, ferramentas que incite o desenrolo da sustentabilidade e estabelece credibilidade na capacidade de promover potentes debates que abranja as instituições governamentais, privadas e membros da sociedade. Apesar das pontuações acerca de uma postura Brasileira afirmativa na perspectiva de afirmar a sustentabilidade, há certa desconfiança no resultado final, pois, há diversos interesses que pareia sobretudo econômico que por vezes fala mais alto, os investimentos precários, as leis não punem como deveria por causa das lacunas existentes, alem do tráfico de influencia somados à ausência de vigilância. Não quero aqui difundir pessimismo, pelo contrário tenho convicção que é possível ter um olhar extenso e, acima de tudo pela qualidade de vida do planeta e povos, mas as pertinências são fatores que não podemos nos abster. A sustentabilidade não pode ter um desdobramento como se fosse a raiz de uma árvore que sustenta o tronco com folhas, flores e frutos, no entanto, deve ser um  conceito aberto às propostas que ofereçam reais condições de suplantar às demandas que impedem de manter a vida biológica e toda sua cadeia de forma satisfatória. Um dos temas a ser abordado é a moderna economia verde no sentido de, ruptura da pobreza, vejo neste tema contradições intermináveis, enquanto não houver uma discussão política a respeito das adversidades sociais, um planejamento político, administrativo e econômico que ofereça sustentabilidade igualitária. Neste contexto de erradicar a pobreza sem uma proposta objetiva, com economia flácida, centralidade do PIB em poder de poucos, altos gastos público, ganhos exacerbados dos parlamentares, entre tantas outras práticas e, definição prioritária a vida do campesinato, a seca no interior de diverso Estados, respeito às reservas indígenas e a mobilidade para reforma agrária, qualquer proposta que não se assemelhem às questões elucidadas é utopia.

Tonzinum Sant'ago


 A INÉRCIA E CONIVENCIA DO ESTADO DIANTE DA PRODUÇÃO DA VIOLÊNCIA

CRÔNICA

     O Mundo vive nos dias atuais, sob ameaças constantes da  violência em  todos os aspectos e níveis da sociedade, não podemos sequer apontar qual território ou país é livre dessas  investidas. Não usufruirei referencia unicamente a grupos que traficam e comercializam entorpecentes, que infelizmente insistem em institucionalizar, titularizando como; PODER  PARALELO. Porquê, são   diversas  as tendências de violências, algumas até com leis, decretos  sancionados, legalmente  carimbados e consolidados como esfera dos direitos e deveres constitucionalmente falando, embora sabemos que a intensão é de defesa dos direitos sociais.

    Consensualmente de alguma forma, há adventos da violência que estão engendrado na sociedade e aplicado sem nenhum  contestamento,  como se fosse conceito processual  do respeito e da moral. De mãos dadas violência e poder sustentam uma superioridade insuperável. O poder por si só é variável e encontra se em diversas formas e lugar, tem como leal escudeiro a violência que, também é sua produtora, tudo e todos são suas vítimas  inconteste

     Discorro sobre os atos da violência  a partir da  terrível degradação do meio ambiente e a depredação do patrimônio natural; matas atlânticas, florestas e animais, como se fosse uma concessão para beneficiar a economia formal e informal, sem que o estado tome uma providencia drástica. As investidas dos invasores, caçadores,  madeireiras e outros que, nas águas e solos e florestas, procuram por riquezas, desafiam insistentemente  ás Instituições legais e  povos, atravessam as fronteiras  em geral, municiados para um possível confronto, essa investidura é amplamente corroborada tambem pelos próprios habitantes das cidades fronteiriças das respectivas federações, prevalecendo se do fato do conhecimento inegável  onde estão as fontes produtoras de divisas tais com; madeiras de maior valor comercial, bem com os animais.

      Seguindo, pois, com os atos da violência, as industrias sob a legitimação  protecionista  acompanhada da falta de vigilância despojam, nos rios e mares os resíduos, culminando com a mortandade de vidas marinhas e aquáticas, quando aplicada multas, esta quantia é irrisória que não atinge o orçamento industrial nem o lucro dos seus proprietários que causam o crime  contra o ambiente, paliativamente essas industrias projetam programas que não resolvem os problemas, fingem que tem preocupação com o meio ambiente, e os governos fingem fiscalizar.

      A violência é parte de um projeto econômico a partir do capitalismo, este projeto é mal e periculoso, portanto não tem olhar de qualidade de vida nem de sobrevivência, não está preocupado  quem irá sofrer  com  as contaminações que produzem  doenças estimuladas pela  poluição, a destruição da camada de ozônio, a diminuição das bacias hidrográficas, os mananciais nas cidades e interior, o que importa para este projeto é a sangria e geração de lucros altíssimos e ostentações, e não acaba por aqui. Institucionalizados  poderes, parecem enfraquecidos sem nenhuma mobilidade policialesca, a a investida  do  poder  ao combate à violência, fica nas audiências e também com já dito numa punição que muitas das vezes é pago com serviços comunitário ou quantia infinitamente irrisórias, o poder também  é capitalista e de pouca visão humanitária e social, as leis mais comumente aplicadas diz respeito à violências domesticas e pensão alimentícia, mesmo no conceito capitalista o estado deve ser implacável para com os crimes (da mesma forma que é com os movimentos grevistas quando reivindicam por salário e condições de trabalho só nesses momentos o estado mostra força). No seguimento político exatamente a instância que é responsável pelas discussões e elaborações de projetos de defesa à integridade do cidadão e  do eco sistema,  essa estrutura que tem o dever de garantir a paz, a liberdade e acima de tudo a qualidade de vida  e respeitabilidade mútua, ao contrário a esses princípios, produz violências o estado tornou se algoz do seu povo, o estado é o capataz a serviço da violência e do capital.

    Há um espaço entre a Instituição estado e o povo,   sabemos  que a violência é pré histórica e sobrevive na temporalidade. Podemos afirmar  que, estamos mais próximos da violência que  será produzida no futuro  se nada for feito, por tanto o estado político tem responsabilidade da violência produzida ontem, na que vivemos hoje e principalmente na que viveremos amanhã e, este amanhã é maior que ontem, porque este já passou e com ele aprendemos muito e também desaprendemos e, o agora  é o analise, o estudo e  conhecimento  do ontem para construir o amanhã para derrotar a violência.

   Desde que seja legado  o direito  da operacionalidade da educação e do saber, num contexto dialético construtivo de forma que possa abolir projetos de inclusão como se, os incluídos fossem diferentes e tivessem pedindo para ser livres para  direitos ter, livres para aprender, o incluso é o próprio construtor da nação, consequentemente, visto como agente de produção sua inclusão é natural que não depende de Lei, MP etc.  Nascido no mesmo solo sob a mesma bandeira, programas de inclusão como alerta e ponto de partida para a equidade é admissível, entre tanto  Isso somente não basta, é preciso conceituar a igualdade como um dever e  respeito.

    A violência tem que ser  disseminada pelo menos no seu aspecto estrutural, esta sim, tem que ser incluída no rol de inimigos da sociedade, dos direitos do cidadão, as diversas formas de produção que o estado político utiliza para aplicar a violência, tem ser desformada  para investir na  construção de uma política socialmente consciente e centrada na transformação  do país e bem estar do seu povo, mas para isso é preciso   estreitar a relação povo/estado na condição de propor  um discurso voltado para as questões estruturais, revendo o atual conceito político em detrimento a uma reforma em todos os níveis da estrutura do estado político e jurídico. Para o povo a valorização da formação educativa  sem divisão de classe e raça, afirmando lhes direitos igualitários e de qualidade, abolir o programas  que só segmenta uma população em comunidades  A,B,C  e por aí em diante como se  tivéssemos vários Brasis (Como Indicação),  gentes valorizadas e outras sem nenhum, gentes com direitos e outros que ficam a mercê de projetos duvidosos,eleitoreiros, de interesses pessoais, e vida útil, gente da classe dominante e gentes da classe dominada, enfim, gentes desprovidas de um projeto político social consistente que se preocupe com construção social futura, precisa se realizar não uma reforma agrária, mas, uma revolução agrária e, assim no ensino público e privado, e assim no sistema de saúde, na formação do profissional em todos os níveis de Ensino

    É relevante falar em violência, abrangendo todos os setores da sociedade, há divergências? é natural, pois Tem os que discursam a violência como, promovido por  áreas carentes e pessoas com pouca ou nenhuma formação acadêmica, outros que responsabilizam ensinamento domestico e, os que vêem no sistema governamental e luta pelo poder. Particularmente acho que a responsabilidade é de todos, que somados, são promotores da violência,  mas o estado via instituições parlamentares compostos por grupos que defende seus próprios interesses é o grande promotor, de olhos vendados  propositalmente fingem não ver.

    É de responsabilidades do estado a consistente valorização da violência principalmente na concepção de violência que é divulgada por tanto a  ele cabe criar estrutura para  e aplicar a lei  nas  pessoas que estão a serviço do tráfico, principalmente de drogas e armas, identificar,buscar e punir com rigor os financiadores. Contudo as violência vista como atitude legal e aquelas aplicadas como necessárias também deve ser exterminada  e seus responsáveis punidos.

   Há décadas que vivemos neste clima de investida do tráfico e comercialização de drogas que teve um gigantesco crescimento principalmente com o surgimento da globalização, munidos de um arsenal que assusta até mesmo o estado, há muito se fala no combate às estas atividades, contudo o estado parece inerte e o pior justifica sua inércia, fortalecendo esses grupos, designando   como PODER PARALELO,  de onde vem este poder, quem os financia, quem são  os verdadeiros chefões. O estado não pode ficar submisso nem sentir se ameaçado,  pois é maior que qualquer facção criminosa, no Brasil a população beira aos duzentos milhões de habitantes, quantos são do suposto poder paralelo? quem é maior a instituição militar ou os grupos do tráfico?.

   Uma das mais berrantes  violência é defendida pelos direitos humanos, alias essa lei só beneficiam os presidiários, estes cometem crimes, muitos matam sem piedade e é as vitimas quem paga suas despesas , enquanto isso, eles permanecem nos presídios articulando de dentro pra fora, tráficos, assaltos, raptos, assassinatos, não produzem para o estado, tudo vigiado pelos direitos humanos que afirma ser, trabalho forçado se forem postos a produzir, enquanto que o cidadão de bem trabalha para sustentá los,  qualquer vestígio de mal tratos logo aparece os direitos humanos. Mas onde se encontra  os direitos humanos na falta de assistência ao cidadão  que paga  impostos, esses aposentados e trabalhadores, crianças e idosos que são mal tratados pelo sistema, esses que recebe  salários irrisórios que parlamentares fingem sair no tapa por um reajuste dentro da realidade, numa bem sucedida tramóia de desviar a atenção do povo, para no dia seguinte aumentar seus próprio proventos  alem de 50,60% sem nenhuma consulta ou discussão, esses produtores de progresso que  fazem horas extras  e não recebem pela produção, são obrigados a aceitar banco de horas que lhe rende maior gastos, será que isso também não é trabalho forçado ?.

   Essa é uma discussão abrangente a violência é rica em assuntos problematizados poderia ainda discorrer sobre, a violência sindical  principalmente a que é aplicada anualmente no mês de março quando o trabalhador é descontado um dia de trabalho e ainda paga um valor percentual no dissídio coletivo e mais alguns reais mensalmente como contribuição de assistência medica mas que, o trabalhador desconhece nem o sindicato lhe presta qualquer tipo de conta sobre este serviço, inclusive por em duvidas a representatividade dos sindicatos e centrais no atual processo na relação estado/trabalhador/empresa. Vamos falar de violência sim, vamos lutar pela ruptura da violência, mas generalizando as, e de forma consciente sem dialogo provisório, mas dialeticamente discutindo todas às violências, pois qualquer que seja outra forma leva a produzir outras .

 Tonzinum Sant'ago

Postado no http://virtuallytonrio.no.comunidades.net


O POVO DESCENDENTTE

Atributos pela Igualdade

     Há algum tempo,  tenho pensado ansiosamente em discorrer, conceitualmente os atributos que na minha opinião dever ser valorizados pelos povos descendentes. Antropologicamente, acho descortês debruçar - me a respeito unicamente do povo Afro Descendente, porem terei o cuidado de expor uma dissertação que contemple um todo, sobre tudo a Etnia, dado a sua importância dentro esfera Social Brasileira.

Historicamente, devido às seqüelas existente no contexto do conjunto da Sociedade Brasileira, é quase impossível, não direcionar isoladamente as causas e efeitos de um período lastimoso e repudiante, não pretendo utilizar como fonte de informações o, monumento histórico que compõe o arquivo  dos acontecimentos daquela época que,todos conhecem e  causa indignação até aos conservadores, estes leais falsários da luta pela igualdade Racial e Social, porquê, por si só há uma verticalização que nos leva a impossibilidade de suprimir a origem dos fatos.

Independente da minha opinião é sabido que alguns progressos políticos tem nos levados  a algumas conquistas mesmo que, sob o paradigma contemplatorio, ainda longe dos princípios almejados pelo movimento social, mas que,  sob a imputabilidade das ações de lutas e do processo reivindicatório  é visível o avanço , permitindo assim, reparar s algumas diferenças. Contudo, há de  ter atenção  para não ter a imaginação de ruptura da injustiça, ao contrário esta está muito viva e atuante. Precisamos ser temerosos, pois nem só de cotas vive o homem, é grande o percentual daqueles que sustentam a esfinge do legado de uma época totalitarista imposta pela colonização e, de certa forma do continuísmo da Republica fundada em 1889 sustentado pela libertação um ano antes

É mensurável no auge das conquistas que, o clamor pela igualdade  neste século XXI  ecoe em todas as Regiões, estamos enfileirados  em busca do respeito e direitos, não há outro meio se não for através da igualdade social e, para tal devemos seguir um só rumo.

Ainda vemos muitos, sem saber qual caminho seguir e, indecisos do seu poder, confusos pelo senso comum e opiniões massificadas pela mídia, que extrai o seu saber, tirando – lhe a vontade do aprender e sendo cooptado pelas falsas promessas e favores com data de validade.

É preciso valorizar seus atributos, para construir a igualdade, transformar o século XXI no século da igualdade ou, corremos o risco  de que todos os direitos seja conquistados em migalhas,como  se estivessem nos fazendo favor e, nos passando atestado de inferioridade.

Os povos descendentes, tem por natureza seus atributos dentro da história, que são transcedentes e universal, com sua culturalidade constituída e, este deve ser o conceito de conquista para a igualdade.

Tonzinum Sant'ago

Tommuniz.muniz@gmail.com


ROMPER TOTALMENTE COM O RACISMO

Embora no Brasil, todos insistam em afirmar que o racismo é inexistente, segundo especialistas, sofremos da pior forma de preconceito, aquele que de tão arraigado na cultura, passa como se não existisse, ou como coisa natural.

Casados há pouco menos de dois anos, a fisioterapeuta Fernanda Siqueira e o professor de história Daniel Pandino, ela negra e ele branco sabem bem o quão afiada e sutil pode ser a lâmina que tenta dividir a sociedade entre negros e brancos.

“Certa vez, estávamos num restaurante e na mesa ao lado tinha duas senhoras. Quando Daniel levantou para pagar a conta, uma comentou com a outra o fato de um menino tão branco ser casado com uma negra. Senti raiva, indignação e pena de que ainda existam pessoas assim. Eu ouvi, e vi como me olhavam. Na verdade elas pareciam nunca ter visto uma negra com um branco. O motivo delas falarem alguma coisa, foi por terem me visto com Daniel, que ficou perplexo e disse que tivesse ouvido, nem sabia o que falaria,” Disse a fisioterapeuta.
Daniel, que é professor de história, mesmo não sendo negro sente na pele o preconceito das pessoas com a diferença racial.

“Uma vez um homem chegou falando mal dos negros com ele, dizendo que negro é burro e que quem casa com negro tem um monte de gente preta em casa. O Daniel ficou quieto, olhando para ele falando, até que se irritou e perguntou o que tem ter um monte de negro em casa. O homem respondeu dizendo que a pessoa teria a casa cheia de gente preta e burra. O Daniel respondeu dizendo que sua esposa era negra e tem duas faculdades e que os cunhados são negros e são advogados e procuradores. O homem ficou pasmo, quieto e não falou mais nada.” Contou Fernanda.

No dia 21 de março, os países que compões a Organização das Nações Unidas (ONU) celebram Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. A data remonta ao ano de 1960, quando na cidade de Joanesburgo, capital da África do Sul, 20 mil negros protestaram contra leis que os obrigavam a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular.

Segundo o professor (licenciado) da Faculdade de Filosofia de Campos e membro da Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ), Dr. Jorge Assis, desde 1970 o Brasil é signatário da Convenção Internacional pela Eliminação de todas as formas de discriminação Racial, o que fez obrigatório que o país preparasse uma série de medidas administrativas, legais e judiciais a fim de combater toda forma de discriminação.

“Por pactuar a Convenção o Brasil teve que adotar medidas para que grupos vulneráveis possam fluir de todos os direitos inerentes à pessoa humana, elaborando e executando ações afirmativas, que são um conjunto de medidas públicas e preventivas com o objetivo de corrigir distorções das desigualdades de raça, etnia, cor, origem nacional ou étnica, dentre elas a lei de cotas.” Explicou o jurista.

De acordo com o Dr. Jorge, foi também por conta da convenção que a Constituição Federal adotou em 1998 o Princípio da Igualdade que diz que todos somos iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

Foi também pela convenção que foi instituída a Lei Caó, Lei 7716, que classifica o racismo e o impedimento de acesso a serviços diversos por motivo de raça, cor, sexo, ou estado civil como crime inafiançável e imprescritível, podendo o infrator ser julgado a qualquer momento.

Além disso, o Código Penal, no seu art.140, diz que injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro, pode acarretar em pena de detenção, de um a seis meses, ou multa. O que em seu artigo terceiro tipifica a utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência.

De acordo com o jurista mesmo com um sistema de regras tão amplo, o Brasil sofre de racismo institucionalizado, estando as pessoas negras sub-representadas no legislativo, executivo, judiciário, além do setor privado e das mídias falada, escrita e televisada.
Além disso, segundo ele, a maioria das pessoas violentadas pelo racismo tem baixa escolaridade e muitas vezes, por má vontade ou falta de provas, as autoridades tendem a minimizar ações racistas.

“Precisamos de um órgão especializado para recepcionar as vítimas e processar os casos, orientando e encaminhando cada caso. A Comissão de Igualdade Social da OAB-RJ está de portas abertas para atender. Acreditamos que podemos fazer do Brasil uma nação livre, igualitária e fraterna, e que a constituição não seja apenas um mero papel, mas um instrumento de um país democrático, fraterno e solidário.” Finalizou o jurista.

REFERÊNCIA: ELIMINAÇÃO da Discriminação Racial: Uma luta de todos os dias. Disponível em: http://www.ururau.com.br/cidades13674#Eliminação da Discriminação Racial: Uma luta de todos os dias. Acesso em: 23 Mar. 2012.

Tonzinum Sant'ago


CRÕNICA

 CONSOLIDAR PELAS FORÇAS É, PRECISO

A injustiça é Imperiosa

    No primeiro momento deste,  2102 tivemos a realização do fórum social em Porto Alegre, um dos principais temas emboçado dirige-se a questão dos direitos sociais, assunto que gera discussões,debates, embates e discórdias., audiências públicas Etc. Na America Latina vivemos há séculos  numa peleja social infinita e os adversários são os poderes constituídos que não legitima a justiça dos direitos adquiridos  como fator predominante à consolidação Democrática, entre as Jurisprudências constata-se a efetiva  titularidade dos direitos aos povos das comunidades Indigenas e Afros Descendentes. Em Assembléia dos movimentos sociais na ocasião do Fórum, a contenda foram as temáticas, com excelência ao trato, à justiça, meio ambiente e econômica. Este encontro foi de uma importância elementar, pois houve um plano de ação e estratégia de lutas  contra o racismo  a discriminação e aos direitos

     Contudo de acordo com os conceitos radicais instrumentalizados pelos interesses do capitalismo e dos exploradores da miséria alheia, deparamos – nos com o conservadorismo do imperialismo. Uma ação foi impetrada contra os direitos dos Quilombolas. A AÇÃO DIRETA DE INCONSTUCIONALIDADE (ADI) que é contrária  aos diretos dos Quilombolas, reconhecido pela Constituição pelo Dec. 4.887/2003. Uma conquista de luta do MOVIMENTO NEGRO. A audiência aconteceu em 16 de abril na CDHLP. Os interesses da sociedade está sempre sob conspiração de grupos que representam a economia escravista, mesmo diante de um processo  social que envolve todos os continentes, como referencia, o Fórum Social,  parece não abalar mesmo  parcialmente tais grupos. Não é surreal, que esta ação tenha  origem (partido), do DEM que alega com sua ADI 3239  que o DEC. 4.887/2003 interfere no orçamento substanciando maiores gastos dos cofres públicos, mais uma vez observamos as mazelas que utilizam para impedir o cumprimento de Decretos.  É possível que tal atitude não tenha preocupação no que diz respeito aos cofres da União, recentemente, conforme a Agencia Senado propostas que interferem as demarcações, foram aprovadas pela Câmara dos Deputados. Precisamos chamar atenção dos representantes das causas Raciais e Direitos Sociais, em particular dos Movimentos espalhados pelo Brasil, ou condicionaremos as conquistas a um processo de estagnação.

Tonzinum sant'ago


CRÔNICA.

 O COMPROMISSO E RESPONBILDADE NOS PERTENCE

 Atuação digna do povo

       Este é um ano de muitas decisões, negociações, articulações, uniões  entre outras possíveis  parcerias.  Conscientize – se, todos somos atores neste evento, temos a responsabilidade de atuar bem para o nosso publico, estamos às vésperas das eleições municipais, esta eleição será uma das mais disputadas principalmente nas grandes cidades, sobretudo nas capitais, os atuais prefeitos vão em busca da reeleição que lhes garantem mais quatro anos, com direito aos orçamentos dos governos estaduais e principalmente da união, através dos programas de revitalização das cidades, visando os eventos esportivos, copa do mundo de futebol em 2014 e jogos olímpicos em 2016. Os prefeitos e vereadores reeleitos e novos eleitos enriquecerão seus currículos com a estampa da realização destes tão importantes eventos do cenário mundial. Em vários estados, esta eleição terão  maior importância, será um pleito que pode consolidar as forças de alguns partidos e aliados, que  o deixará fortalecidos para às próximas e 2014. PT e PMDB como os principais partidos, medirão força á parte visto que um deverá apoiar o candidato do outro em vários municípios e capitais,  excetuando – se os vereadores  que não pode ser de outra forma alem do direito individual do cidadão de eleger e ser eleito,   também da importância de formar uma bancada de sustentação. Os demais partidos tais como; PDT, PSB e PC do B aliados do governo federal ainda estão a procura de se reorganizarem internamente para retomar a popularidade e militância de outrora, fazem côro a este apoiamento, outrossim, lançarão com louvor e honras seus candidatos. Acho que foi um grande avanço o sustentáculo em torno do então Presidente lula e também neste momento com a Presidente Dilma, porem ninguém banha se com a mesma água. O Brasil está carente de liderança política, principalmente, de esfera socialista para defender trabalhismo e do nacionalismo democrático. Não podemos ser o camponês que trabalha a terra e remete a colheita a nobreza, as discussões deve ser de fora para dentro não o contrário o povo é constituinte das instituições políticas, os partido aludidos à cima devem retomar suas bandeiras de lutas o que não impede estar ao lado deste ou aquele governo. Quero apoiar – me na linha que permeia as discussões em torno da política social que arremete aos companheiros progressistas, um pensar sobre os programas hoje tão comuns nos municípios,e que não resolve os problemas sociais dos mais carentes e muitas vezes se quer chega a eles. Estas eleições devemos sim, promover como de grande importância para os municípios e capitais, desde que tomemos a iniciativa de promover uma eleição desenraizadas das promessas costumeiras, dos desapadrinhamentos  e principalmente da compra e venda de votos tão costumeiros nos municípios deste Brasil a fora. Por fim que os movimentos sociais em todos os níveis resplandeça em seus municípios e capitais, negando apoio a candidato descompromissados com as causas sociais.

 Tonzinum Sant'ago

 


Crõnica da Crõnica

     Recentemente recebí uma crônica,sua dissertação é da mais pura ideologia e racionalidade, o autor desemboca seu conhecimento a respeito da transitoriedade política impostas pelas instituições nacionais e internacionais, principalmente às relações que enveredaram as lideranças partidárias, num conceito antagônico aos princípios delineados sob a égide para a independência do Brasil das garras imperialista por diversos personagens detentores de inegáveis personificações. O Autor da mensagem é um membro histórico que durante anos conviveu com as questões socialistas principalmente em defesa do trabalhismo e da liberdade nacional e, apesar das dificuldades impregnadas nas suas andanças,mas também dos momentos que poderia absorver vantagens, negou - se ao lob implementado por um grupo que se faz de hereditário do aparelho construido com a vermelhidão dos esforços fulcro de fervorosos asilados. De certo que, mesmo sem a aglutinação como corpo de importância no conceito de luta, a ala em que se encontra é tão longa que não pode ser alcançado o ponto de finalização, embora concorde com seu desagrado em relação aos que ainda mantém a idéia socialista, mas deixaram - se vender, tornando -se individuo alienado e, lembrando aqui Karl Marx, perderam o contato com seu EU, desconhecendo sua própria obra, ainda assim são racionais e conhecedores da sua importância na luta acredito que estão nesta fileira. Mesmo assistindo as correntes que se albergaram na retomada imperialistica de pressuposição à ruptura dos conceitos socialistas, a ideologia ainda percorre caminhos na defesa de uma politíca social qualitativa e igualitária. No ponto de vista cronológica, as instituições que ora consolidam o atual sistema não pode ser esquecida como provocadora de um idealismo voltado para a mudança de um projeto ruim para um projeto contemplatorio beneficiando apenas um percentual mínimo da população, são algumas dessas lideranças das antigas denominadas esquerdas e outros tantos novos que, roeram as ligações do verdadeiro projeto politico progressista pela construção do sistema socialista Todas as causas advém de atos que surge por uma ou mais razões, que pode ser atribuídas a fatores muito mais individuais do que ao coletivo. Algumas instituições foram razoável mantiveram suas portas abertas ao debate politico, abraçou as questões sociais em todos os níveis mesmo com certas resistências por parte de uma minoria e é esta minoria que se assenhôra do PDT outros jamais, até os dia atuais abriram suas portas ao debate, mas aproveitaram - se de momentos oportunos e descumprimentos de acordos para se manter no cenário, enquanto os chamados direita aproveitaram - se dos embates e conflitos internos da esquerda para continuar avançando com seu projeto mercantilista do solo e águas brasileiras, ale de aproveitar - se de alguns projetos de cunho socialista readequando aos seus interesses e cooptação de indivíduos. Ao perder icônes de liderança politica de enfrentamento ao imperialismo houve uma estagnação das siglas progressistas só restando o PT e Lula como alternativas, todo sabiam que havia um envolvimento deste partido e suas lideranças com as questões sociais e aproximação com a mídia, é justamente na eleição de Lula que o projeto imperialista ganha corpo, pois a infra-estrutura ja tinha a partir de governo FHC
com as privatizações, racionalmente nenhum outro partido e liderança opositora a FHC tinha confiança e condições de brigar nas urnas. É neste caminho que vejo a criticidade da mensagem recebida, sendo desta forma a ausência empreendedora de defesa ao Anti-Imperialismo e todas as sua vocações economicas e sociais; ao Sociailsmo e todos seus sistemas politicos e governamentais, consequentemente as bases genuino aos movimentos sociais estão fragilizadas, com novas vocações visto que seus membros  pertencem aos quadros mandatários que abortaram os interesses reividicatórios enquanto estiverem no poder, fortalecido com as siglas que contribuiram efetivamente com a as eleições de Lula e Dilma, a estes pertence a responsabilidade de tornar o Brasil um País de um só partido, para facilitar a reestruturação imperialista.

 

 Tonzinum Sant'ago


A renúncia entre a consciência e o dever da fé

     Não conhecemos na história do cristianismo, renuncia de um papa, ao menos eu, mas o que certamente será durante algum tempo tema de discussão, concordancia e discordância, regado de paixão, espiritualidade, fatos reais e realismo utópico. Seja qual for o aspecto da discussão é o fato que levou o papa bento XVI A Renunciar, muitos boatos e suposições surgirão. Mas o que me deixou curioso foi a frase do pontífice, (parafraseando), Deixo o papado em favor dos propósitos da igreja, essa frase  parece ser não somente uma resposta sem indagação  mas tambem um alivio aos propósitos do próprio papa bento XVI, Porquê outra frase justifica a anterior também (parafraseando), a instituição católica necessita de um novo olhar.Seja qual for o motivo, Bento XVI mostra tanto no que diz respeito à  sua fé Cristã, quanto política um sentimento de lealdade aos ideais religiosos, dos seus próprios propósitos e sobretudo respeitabilidade aos católicos e seguidores. Os últimos escândalos envolvendo lideranças da igreja católica não são suficiente o bastante para esta tomada de decisão, até porque não é a primeira vez que surge problemas envolvendo religiosos da Igreja de Roma, não acredito que se trata de debiliitação do pontífice, outro representantes levaram o papado com muito menos saúde, seria precipitação demasiasticamente inusitado. Algo muito mais profundo e de teor amargos, como um caminho sem volta permeou a liderança do Papa, não lhe restando outra solução a não ser renunciar.

 Tonzinum Sant'ago

 


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